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Portugal

22/06/2020 - 14h45min. Alterada em 22/06 às 14h53min

Portugal volta a apertar restrições em Lisboa para evitar expansão do coronavírus

No resto do país, continua valendo medidas mais leves

No resto do país, continua valendo medidas mais leves


PATRICIA DE MELO MOREIRA/AFP/JC
Folhapress
Para evitar que a transmissão de coronavírus volte a crescer, Portugal deu um passo atrás em sua retomada das atividades: em Lisboa, o limite para reuniões de pessoas foi novamente reduzido para no máximo 10. No resto do país, continua valendo a regra mais leve, que permite reuniões de 20 pessoas.
Para evitar que a transmissão de coronavírus volte a crescer, Portugal deu um passo atrás em sua retomada das atividades: em Lisboa, o limite para reuniões de pessoas foi novamente reduzido para no máximo 10. No resto do país, continua valendo a regra mais leve, que permite reuniões de 20 pessoas.
Além disso, lojas, cafés e bares terão que fechar às 20h em toda a região metropolitana da capital portuguesa. Segundo o primeiro-ministro, António Costa, o objetivo da medida, que começou a valer a partir da meia-noite desta segunda (22), é coibir festas e outras aglomerações que colocam em risco a saúde pública.
Em maio, o país registrou 9.221 novos casos da doença, a maioria deles em Lisboa e no vale do Tejo.
O primeiro-ministro também afirmou que o governo tomará outras medidas pontuais em regiões específicas em que a incidência do coronavírus é maior. Entre elas, fortalecer a coordenação entre governos locais e o Ministério da Saúde para que notificações sobre a epidemia sejam mais rápidas.
Nas últimas semanas, o surgimento de novos focos de coronavírus em países europeus tem levado os governos a reimplantar algumas das restrições que haviam ser retiradas.
Na Alemanha e na Grécia houve reintrodução de quarentenas em regiões ou edifícios específicos, a Bélgica fechou de novo algumas escolas, e a Espanha acompanha de perto algumas dezenas de novos focos.
Maria van Kerkhove, líder técnica da OMS (Organização Mundial da Saúde), disse, nesta segunda (22), que a organização tem acompanhado o surgimento de novos focos de coronavírus principalmente em lugares fechados, como dormitórios e indústrias.
Segundo ela, a volta de restrições e o aumento da vigilância são indicados para evitar um crescimento do contágio. "Sempre que tiver uma chance, o vírus vai se espalhar. Os países devem ser capazes de isolá-los para que focos não virem surtos, e surtos não virem transmissão comunitária", disse van Kerkhove.
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