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Estados Unidos

- Publicada em 17h12min, 29/05/2020. Alterada em 17h12min, 29/05/2020.

Trump rompe relações dos EUA com a OMS

Presidente disse que recursos serão destinados a outras iniciativas de saúde pública

Presidente disse que recursos serão destinados a outras iniciativas de saúde pública


MANDEL NGAN/AFP/JC
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou, nesta sexta-feira (29), que está encerrando a relação de seu país com a Organização Mundial de Saúde (OMS). O motivo para isso, segundo ele, é a influência excessiva da China sobre a entidade.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou, nesta sexta-feira (29), que está encerrando a relação de seu país com a Organização Mundial de Saúde (OMS). O motivo para isso, segundo ele, é a influência excessiva da China sobre a entidade.
"Encerraremos hoje nossa relação com a Organização Mundial de Saúde e redirecionaremos esses fundos para outras iniciativas globais merecedoras de saúde pública", afirmou Trump, dizendo que "o mundo precisa de respostas da China sobre o vírus".
Trump afirmou que é preciso ter transparência, mencionando também que atualmente os EUA pagam US$ 450 milhões ao ano para a OMS. Anteriormente, o presidente havia suspenso os pagamentos norte-americanos à entidade, também por críticas sobre a influência chinesa.
Nesta sexta-feira, ele questionou, por exemplo, o motivo de a China não ter interrompido logo viagens pelo mundo, após o novo coronavírus ter sido detectado em Wuhan. Ele acusou ainda Pequim de manipular a entidade, pressionando a entidade a "enganar o mundo" após a descoberta da Covid-19 e dizendo que a China possui "total controle" sobre a OMS. "A morte e a destruição causadas pelo coronavírus é incalculável", lamentou.
As declarações foram dadas na Casa Branca. No pronunciamento, Trump também anunciou medidas contra a China pelas ações recentes do país asiático para reforçar o controle sobre Hong Kong. Trump disse que iria suspender vistos de cidadãos chineses que seriam um "risco à segurança norte-americana", além de dizer que orientaria um grupo de trabalho a avaliar as práticas de empresas da China listadas em solo dos Estados Unidos.
O líder ainda afirmou que começará o processo para retirar o tratamento especial de Hong Kong, após Pequim avançar com uma lei de segurança que, para a Casa Branca, representa na prática o fim da política de "Um país, dois sistemas" até então em vigor. "Eles quebraram sua promessa com o mundo de manter a autonomia de Hong Kong", afirmou Trump.
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