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Porto Alegre, quinta-feira, 21 de novembro de 2019.
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Jornal do Comércio

Internacional

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Israel

Edição impressa de 22/11/2019. Alterada em 22/11 às 03h00min

Benjamin Netanyahu é indiciado por corrupção e fraude

O procurador-geral de Israel indiciou o premiê Benjamin Netanyahu por corrupção, recebimento de propina, fraude e quebra de confiança. O anúncio foi feito nesta quinta-feira. É a primeira vez que um premiê israelense é indiciado no exercício do cargo.
O procurador-geral de Israel indiciou o premiê Benjamin Netanyahu por corrupção, recebimento de propina, fraude e quebra de confiança. O anúncio foi feito nesta quinta-feira. É a primeira vez que um premiê israelense é indiciado no exercício do cargo.
Netanyahu é alvo de três investigações. A primeira apura se ele teria concedido benefícios à empresa de telecomunicações Bezeq, a maior do país, em troca de uma cobertura favorável de seu governo no site de notícias Walla.
Nos outros dois casos, o primeiro-ministro é acusado de aceitar presentes, incluindo charutos e champanhe, no valor de
US$ 280 mil, e de oferecer vantagens a Arnon Mozes, editor do jornal Yedioth Ahronoth, também em troca de uma cobertura positiva.
O premiê nega todas as acusações e afirma ser vítima de uma caça às bruxas. Ele não é obrigado a renunciar por estar sendo processado.
O impasse político dos últimos meses aumentou a pressão sobre Netanyahu. Ele enfrenta sinais de dissidência no seu partido, o Likud, depois de um ex-aliado, o ex-ministro da Educação Gideon Saar, ter pedido a realização de uma eleição primária para tirá-lo da liderança da legenda.
O Likud foi o mais votado nas eleições de outubro, mas não conseguiu obter apoio para formar governo. Seu rival, Benny Gantz, também falhou. Com isso, o país caminha para realizar a terceira eleição neste ano.
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