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Porto Alegre, segunda-feira, 28 de outubro de 2019.
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Jornal do Comércio

Internacional

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Síria

Edição impressa de 28/10/2019. Alterada em 28/10 às 03h00min

Donald Trump anuncia morte do líder do Estado Islâmico

Em um pronunciamento na Casa Branca ontem, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou a morte do líder do Estado Islâmico (EI), Abu Bakr al-Baghdadi. Segundo Trump, Al-Baghdadi estava sendo monitorado há semanas e, durante uma operação na Síria, realizada nesta semana na província de Idlib, na fronteira com a Turquia, o extremista foi perseguido em um túnel. Ao se ver acuado por militares dos EUA, acionou um colete de explosivos, matando a si mesmo e outras três crianças que o acompanhavam. Ainda de acordo com o discurso do republicano, o chefe do EI foi identificado por meio de testes de DNA 15 minutos após a morte.
No pronunciamento transmitido pela TV, o presidente disse que "os Estados Unidos levaram o líder terrorista número 1 do mundo à Justiça" e que "o bandido que se esforçou tanto para intimidar os outros passou seus últimos momentos com medo, pânico e pavor, aterrorizado pelas forças norte-americanas".
"Ele chegou ao fim do túnel quando nossos cães o perseguiram. Ele pegou seu colete, matando a si mesmo e a seus três filhos. Seu corpo foi mutilado pelas explosões. O túnel desabou sobre ele", afirmou o líder norte-americano, que também descreveu o terrorista "choramingando e chorando" ao ser acossado.
Em um pronunciamento na Casa Branca ontem, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou a morte do líder do Estado Islâmico (EI), Abu Bakr al-Baghdadi. Segundo Trump, Al-Baghdadi estava sendo monitorado há semanas e, durante uma operação na Síria, realizada nesta semana na província de Idlib, na fronteira com a Turquia, o extremista foi perseguido em um túnel. Ao se ver acuado por militares dos EUA, acionou um colete de explosivos, matando a si mesmo e outras três crianças que o acompanhavam. Ainda de acordo com o discurso do republicano, o chefe do EI foi identificado por meio de testes de DNA 15 minutos após a morte.
No pronunciamento transmitido pela TV, o presidente disse que "os Estados Unidos levaram o líder terrorista número 1 do mundo à Justiça" e que "o bandido que se esforçou tanto para intimidar os outros passou seus últimos momentos com medo, pânico e pavor, aterrorizado pelas forças norte-americanas".
"Ele chegou ao fim do túnel quando nossos cães o perseguiram. Ele pegou seu colete, matando a si mesmo e a seus três filhos. Seu corpo foi mutilado pelas explosões. O túnel desabou sobre ele", afirmou o líder norte-americano, que também descreveu o terrorista "choramingando e chorando" ao ser acossado.
Al-Baghdadi, cujo verdadeiro nome é Ibrahim Awad al Badri, teria nascido em 1971 em uma família pobre da região de Bagdá. Ao contrário de Bin Laden, que se apresentava com uma imagem sóbria, ele colocou em suas costas o pesadíssimo manto de califa - sucessor legítimo do profeta Maomé, que fundou o islã no século 7. Al-Baghdadi, que estudou teologia, dizia descender do próprio profeta - algo que lhe dava uma autoridade que outros líderes terroristas não tinham.
Foi com isso em mente que ele subiu ao púlpito da Mesquita al-Nuri, em Mossul, para anunciar em 2014 o estabelecimento de um califado que se esparramava em partes da Síria e do Iraque. Al-Baghdadi liderava o EI desde 2010, quando ainda era uma ramificação da Al-Qaeda no Iraque.
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