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Porto Alegre, domingo, 25 de agosto de 2019.
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Meio ambiente

25/08/2019 - 18h38min. Alterada em 25/08 às 19h03min

Bolívia aceitará ajuda internacional para combater incêndios florestais

População e Exército boliviano tentam apagar fogo com uso de baldes em regiões atingidas

População e Exército boliviano tentam apagar fogo com uso de baldes em regiões atingidas


AIZAR RALDES/AFP/JC
Estadão Conteúdo
A Bolívia vai aceitar ajuda internacional para mitigar o fogo que devorou mais de 900 mil hectares florestais, informou neste domingo, 25, o presidente do país, Evo Morales. A área mais crítica é a região dos bosques de Chiquitanía, mas há também focos na região amazônica.
A Bolívia vai aceitar ajuda internacional para mitigar o fogo que devorou mais de 900 mil hectares florestais, informou neste domingo, 25, o presidente do país, Evo Morales. A área mais crítica é a região dos bosques de Chiquitanía, mas há também focos na região amazônica.
Em coletiva de imprensa, Morales disse que conversou com os presidentes do Chile, Sebastián Piñera, do Paraguai, Mario Abdo Benítez, e o primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, que lhe ofereceram ajuda. A Argentina e o Peru também manifestaram apoio, e o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF) disse que vai doar US$ 500 mil ao país para o combate ao fogo.
Além disso, Morales disse que recebeu uma nota da França na qual o presidente Emmanuel Mácron disse que vai "realizar uma mobilização de todas as potências" para apoiar o reflorestamento.
Os bosques de Chiquitanía, em Santa Cruz, no sudeste da Bolívia, é a área mais castigada, com 745 mil hectares. Em Beni, na região amazônica, mais de 100 mil hectares foram destruídos pelo fogo.
O ministro do Meio Ambiente da Bolívia, Carlos Ortuño, disse à emissora de TV estatal que os focos de calor intenso no país baixaram de 8 mil na semana passada para 857 agora. 
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