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Porto Alegre, quarta-feira, 26 de junho de 2019.
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Relações Exteriores

Edição impressa de 26/06/2019. Alterada em 26/06 às 03h00min

Diplomatas brasileiros reclamam de decadência do Itamaraty

O Itamaraty vive um processo de desmonte sob a liderança do chanceler Ernesto Araújo. A reclamação foi feita por diplomatas brasileiros ao The Guardian. A reportagem, publicada ontem e assinada por Tom Phillips, correspondente do jornal britânico na América Latina, descreve o Ministério das Relações Exteriores como "uma joia do estadismo latino-americano". Mas, de acordo com o texto, muitos diplomatas temem que a "revolução bolsonariana na política externa" possa prejudicar a posição do Brasil no mundo.
O Itamaraty vive um processo de desmonte sob a liderança do chanceler Ernesto Araújo. A reclamação foi feita por diplomatas brasileiros ao The Guardian. A reportagem, publicada ontem e assinada por Tom Phillips, correspondente do jornal britânico na América Latina, descreve o Ministério das Relações Exteriores como "uma joia do estadismo latino-americano". Mas, de acordo com o texto, muitos diplomatas temem que a "revolução bolsonariana na política externa" possa prejudicar a posição do Brasil no mundo.
"Eu sinto desgosto", disse Rubens Ricupero, ex-embaixador brasileiro nos EUA. "O que ouço dos meus colegas que ainda estão ativos é que, no corpo diplomático, há quase uma completa rejeição ao ministro e às diretrizes atuais. Ele não é levado a sério, nem dentro, nem fora do ministério."
Roberto Abdenur, ex-embaixador na China, Alemanha e EUA, afirmou que "as relações exteriores atuais levam o Brasil de volta a um período da história em que o Brasil nem mesmo existia: a Idade Média". Para Marcos Azambuja, ex-secretário-geral do Itamaraty, "houve uma mudança - e temo que seja para pior". "Não imaginei que isso pudesse acontecer", acrescentou.
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