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Porto Alegre, quarta-feira, 22 de janeiro de 2020.

Jornal do Comércio

Internacional

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Israel

Edição impressa de 31/05/2019. Alterada em 31/05 às 03h00min

Após fracasso de Netanyahu, país terá nova eleição

Parlamentares israelenses aprovaram a dissolução do Parlamento, colocando o país a caminho de uma segunda eleição, depois que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu fracassou na tentativa de formar uma coalizão de governo. A previsão é de que o novo pleito, que será o segundo no ano, ocorra em setembro.
Parlamentares israelenses aprovaram a dissolução do Parlamento, colocando o país a caminho de uma segunda eleição, depois que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu fracassou na tentativa de formar uma coalizão de governo. A previsão é de que o novo pleito, que será o segundo no ano, ocorra em setembro.
O fato teve repercussão sem precedentes, segundo observadores, mesmo em um país acostumado com conflitos políticos internos, além de representar uma derrota para Netanyahu, que havia saído vitorioso nas últimas eleições no dia 9 de abril.
A votação do Parlamento, que acabou em 74 a 45 votos favoráveis à dissolução, aconteceu poucos minutos após o término do prazo para que Netanyahu formasse nova coalizão. Nos próximos meses, ele deve se tornar o primeiro-ministro a ficar mais tempo no cargo.
A turbulência política começou com uma disputa entre os aliados de Netanyahu - o ex-ministro da Defesa Avigdor Lieberman, de extrema-direita, e partidos ligados ao judaísmo ultraortodoxo - em relação ao recrutamento militar. Os partidos religiosos não querem que seus jovens estudantes seminaristas sejam forçados a cumprir o serviço obrigatório. No entanto, Lieberman e outros líderes israelenses querem que eles compartilhem o dever militar.
Uma nova eleição representaria uma derrota menor para Netanyahu do que sua alternativa, na qual o presidente de Israel, Reuven Rivlin, poderia ter pedido que outro político formasse uma coalizão de governo. Confrontado com a possibilidade de ter que assistir um de seus rivais em uma posição de protagonismo, o premiê angariou votos suficientes para dissolver o Knesset (Parlamento), que tem 120 membros.
 
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