Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sábado, 13 de abril de 2019.
Aniversário da cidade de Fortaleza/CE. Dia dos Jovens.

Jornal do Comércio

Internacional

COMENTAR | CORRIGIR

Governo federal

13/04/2019 - 12h35min. Alterada em 13/04 às 12h37min

Prefeito de NY chama Bolsonaro de 'perigoso' e quer suspender homenagem em museu

'Ele é um ser humano muito perigoso. Apelo para que ele não seja recebido lá', disse de Blasio

'Ele é um ser humano muito perigoso. Apelo para que ele não seja recebido lá', disse de Blasio


ANDREW BURTON/AFP PHOTO/JC
Estadão Conteúdo
O prefeito de Nova York, Bill de Blasio, afirmou na noite dessa sexta-feira (12) que está atuando para evitar que o Museu Americano de História Natural, situado em Manhattan, cancele o evento de premiação da Câmara Brasileira de Comércio nos Estados Unidos em que o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, será homenageado como 'pessoa do ano'. O evento está marcado para ocorrer no dia 14 de maio.
Em entrevista a uma rádio local, de Blasio ainda afirmou que Bolsonaro é uma figura perigosa. "Ele é um ser humano muito perigoso. Eu certamente faço um apelo ao museu para que ele não seja recebido lá", disse à rádio WNYC. "Se estamos falando de uma instituição financiada com dinheiro público e de alguém que está fazendo algo destrutivo, fico desconfortável com a situação", afirmou.
O prefeito novaiorquino citou como exemplo do "perigo" a intenção de Bolsonaro em "desenvolver" a floresta amazônica, o que poderia, conforme de Blasio, colocar todo o planeta em risco. De Blasio ainda afirmou que Bolsonaro pratica "homofobia" e "racismo evidente".
Após uma onda de comentários negativos, o perfil oficial do Museu afirmou na quinta-feira que estava "profundamente preocupados e que está explorando alternativas". Na sexta-feira, contudo, um porta-voz mudou o tom. "Este é um evento privado que, de maneira nenhuma, reflete a posição do Museu de que é urgente conservar a floresta Amazônica", disse, sem deixar claro o que acontecerá com a cerimônia.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia