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Porto Alegre, quarta-feira, 02 de janeiro de 2019.

Jornal do Comércio

Internacional

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Coreia do Norte

Edição impressa de 02/01/2019. Alterada em 02/01 às 01h00min

Kim Jong-un se diz pronto para nova cúpula com Donald Trump

O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, disse ontem que espera realizar sua segunda cúpula nuclear com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em 2019. No entanto, advertiu Washington a não testar a paciência dos norte-coreanos com pressões.
Durante seu discurso televisionado de Ano-Novo, Kim declarou que está pronto para se reunir com Trump a qualquer momento para produzir um resultado "bem-vindo pela comunidade internacional". Avisou, porém, que Pyongyang será forçada a seguir um caminho diferente se os Estados Unidos "continuarem a quebrar suas promessas e julgarem erroneamente a paciência de nosso povo exigindo unilateralmente certas coisas e avançando com sanções e pressões".
O líder norte-coreano também afirmou que os EUA devem continuar interrompendo seus exercícios militares conjuntos com Seul e não implantando ativos militares estratégicos na Coreia do Sul. Ele também fez um apelo nacionalista, pedindo uma cooperação intercoreana mais forte, e disse que o Norte está pronto para retomar as operações em um parque fabril na cidade de Kaesong e reiniciar viagens de sul-coreanos ao resort Diamond's Mountain. Atualmente, nenhuma dessas alternativas é possível para a Coreia do Sul, a menos que sanções sejam removidas.
Washington e Pyongyang estão tentando organizar uma segunda cúpula entre Trump e Kim, que se reuniram em Cingapura em 12 de junho de 2018. "Se os Estados Unidos tomarem medidas sinceras e ações correspondentes aos nossos esforços de liderança e prevenção, então nossas relações avançarão em um ritmo rápido e excelente por meio do processo de implementação de medidas definidas e pioneiras", disse Kim.
No discurso, ele também elogiou os resultados das atividades diplomáticas do Norte em 2018, incluindo seus três encontros com o presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in. Segundo ele, um acordo alcançado na cúpula entre os dois países em setembro para reduzir as ameaças militares convencionais foi "realisticamente uma declaração de não agressão". 
 
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