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atentado

Edição impressa de 19/10/2018. Alterada em 19/10 às 01h00min

Atirador da Crimeia buscava vingança, diz ex-namorada

Moradores da cidade de Kerch deixaram flores em um memorial 

Moradores da cidade de Kerch deixaram flores em um memorial 


ANDREY PETRONKO/AFP/JC

Investigadores russos continuam tentando descobrir as motivações do autor do massacre na Faculdade Politécnica de Kerch, na Crimeia. Na quarta-feira, o estudante Vladislav Rosliakov, de 18 anos, matou 20 pessoas antes de cometer suicídio.

Não há versão oficial para as causas do ataque. A ex-namorada do atirador, uma adolescente de 15 anos, declarou ao canal de russo RT que ele queria se vingar de alunos que o humilhavam e "não queria mais viver".

"Tínhamos um tema de interesse comum porque eu treino tiro ao alvo. Ele era apaixonado por isso. Gostava de diferentes tipos de armas. Quando conversávamos, tudo estava bem, ele era bom e sensível, e me ajudou quando eu estava mal", afirmou. Rosliakov obteve permissão para portar armas depois de ter passado em testes psicológicos, de acordo com uma fonte de serviços de segurança citada pela agência RIA Novosti.

Nesta quinta-feira, o presidente russo, Vladimir Putin, culpou a "globalização" pela matança. "É o resultado da globalização, das redes sociais, da internet. Vemos que há toda uma comunidade que foi criada nisso. Tudo começou com os trágicos eventos nas escolas dos Estados Unidos", declarou.

Em Kerch, que fica na península da Crimeia, anexada em 2014 pela Rússia, a escola foi cercada durante a noite pela Guarda Nacional, pelos militares e pela polícia. Os habitantes montaram um pequeno memorial na calçada, onde deixaram flores e acenderam velas. Dos 20 mortos, 15 eram alunos e cinco eram funcionários do centro de ensino. Nove eram menores de idade, e a vítima mais jovem tinha 15 anos, informaram as autoridades. 

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