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Porto Alegre, quinta-feira, 11 de outubro de 2018.
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Jornal do Comércio

Internacional

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Investigação

Edição impressa de 11/10/2018. Alterada em 11/10 às 01h00min

Grupo pode estar ligado ao desaparecimento de jornalista saudita

O canal estatal turco TRT divulgou, nesta quarta-feira, imagens do grupo de inteligência saudita que acusa de ter assassinado o jornalista crítico a Riad Jamal Khashoggi, aumentando a pressão sobre a Arábia Saudita e a preocupação internacional com o caso. As imagens mostram movimentações de 15 pessoas ao redor do consulado saudita em Istambul no dia do desaparecimento.

A Arábia Saudita ainda não se manifestou sobre as imagens, que, apesar de não fornecerem prova definitiva do destino do jornalista, foram transmitidas em redes de televisão ao redor do mundo. Autoridades da Turquia temem que o grupo tenha assassinado Khashoggi, que havia publicado uma série de colunas para o jornal norte-americano Washington Post sobre o príncipe herdeiro do país, Mohammed bin Salman.

O reino saudita classifica as alegações de "infundadas". Apesar da negação, o país não ofereceu evidências para fundamentar sua versão de que o jornalista deixou o consulado ileso e desapareceu em Istambul, enquanto sua noiva o esperava do lado de fora do prédio.

As imagens da TRT mostram Khashoggi entrando no consulado em 2 de outubro. Uma hora e 54 minutos depois, um veículo com placas diplomáticas, similar a uma van que estava estacionada do lado de fora do consulado quando ele entrou, percorre dois quilômetros até a casa do cônsul, onde ingressa na garagem.

O jornal Sabah, próximo ao presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, publicou imagens do grupo suspeito, descrito como "esquadrão de assassinato". As fotos foram aparentemente registradas em um escritório de controle de passaportes. Segundo o jornal, os 15 homens fizeram check-in em dois hotéis em Istambul e saíram no mesmo dia. Já a rede de notícias NTV identificou um dos membros da equipe como o chefe de ciência forense saudita. O canal afirmou que ele pode ter sido responsável por limpar qualquer evidência incriminatória.

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