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Porto Alegre, quarta-feira, 10 de outubro de 2018.

Jornal do Comércio

Internacional

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Nações Unidas

Edição impressa de 10/10/2018. Alterada em 10/10 às 01h00min

Embaixadora norte-americana na ONU renuncia ao posto

Nikki se opôs a Trump candidato, mas foi sua maior defensora na administração

Nikki se opôs a Trump candidato, mas foi sua maior defensora na administração


OLIVIER DOULIERY/AFP/JC

Duas semanas após o discurso do presidente Donald Trump na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), no qual reforçou o patriotismo e rejeitou o "globalismo", Nikki Haley, embaixadora norte-americana na organização multilateral, renunciou ao posto. Nikki ainda não explicou os motivos que a levaram a deixar o cargo.

A ex-governadora da Carolina do Sul foi escolhida como embaixadora na ONU após a vitória do republicano nas eleições presidenciais de 2016. A nomeação ocorreu apesar de ela ter apoiado Marco Rubio, rival de Trump, nas primárias do partido no estado. Depois, ela respaldou o senador pelo Texas Ted Cruz.

Já no cargo, Nikki tornou-se uma das mais ferrenhas defensoras de Trump. No início do ano, anunciou a saída dos EUA do Conselho de Direitos Humanos da ONU, acusando o órgão de ser "hipócrita" e de ter um "viés anti-Israel".

Ela se tornou a mais nova integrante do governo Trump a abandonar o cargo. Nikki se junta a nomes como Rex Tillerson, que deixou o posto de secretário de Estado; John McEntee, assessor pessoal; Gary Cohn, assessor econômico; e Steve Bannon, estrategista-chefe. O novo embaixador dos EUA na ONU deve ser nomeado em duas ou três semanas.

Em 25 de setembro, durante discurso no plenário da ONU, Trump condicionou o apoio financeiro dos EUA a quem "respeita" e é "amigo" do país. O republicano rejeitou "a governança global, o controle e a dominação" e defendeu o direito ao isolacionismo, afirmando preferir o patriotismo ao globalismo.

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