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Porto Alegre, quinta-feira, 07 de junho de 2018.
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Jornal do Comércio

Internacional

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Notícia da edição impressa de 07/06/2018. Alterada em 07/06 às 02h00min

Potências europeias querem ficar isentas de sanções por negociar com o Irã

Em uma carta conjunta divulgada ontem, os governos da França, da Alemanha e do Reino Unido pedem aos Estados Unidos que suas companhias sejam isentas de sanções norte-americanas por fazerem negócios com o Irã. Assinada pelos ministros das Relações Exteriores e das Finanças dos três países europeus, a proposta foi endereçada aos secretários de Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, e de Estado, Mike Pompeo.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou, em 8 de maio, a saída do acordo nuclear com Teerã e prometeu impor sanções não apenas ao país, mas também às companhias que façam negócios com ele. Desde então, líderes europeus tentam criar um mecanismo de defesa de empresas do bloco.
"Como aliados próximos, esperamos que os efeitos extraterritoriais das sanções secundárias não se apliquem às entidades e aos cidadãos europeus", diz a carta com data de 4 de junho e divulgada pelo ministro francês das Finanças, Bruno Le Maire.
Em 11 de maio, ele tratou do assunto em tom mais ríspido e disse que os Estados Unidos não são "a polícia econômica do mundo". "Queremos ser vassalos que obedecem a decisões dos EUA enquanto nos seguramos na barra de nossas calças? Ou queremos dizer que temos interesses econômicos e consideramos que devemos continuar a fazer comércio com o Irã?", questionou.
 
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