Porto Alegre, sexta-feira, 13 de maio de 2022.
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Trabalho

- Publicada em 13/05/2022 às 10h25min.

Desemprego se mantém estável no RS no primeiro trimestre de 2022

A taxa de desemprego ficou em 7,5% no Rio Grande do Sul, totalizando 463 mil pessoas desocupadas

A taxa de desemprego ficou em 7,5% no Rio Grande do Sul, totalizando 463 mil pessoas desocupadas


MARIANA ALVES/JC
A taxa de desocupação ficou estável em 26 das 27 unidades da Federação no primeiro trimestre de 2022, frente ao anterior, refletindo a estabilidade da taxa média nacional, que foi de 11,1%. No Rio Grande do Sul, a taxa de desemprego ficou em 7,5%, totalizando 463 mil pessoas desocupadas. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (13) pelo IBGE.
A taxa de desocupação ficou estável em 26 das 27 unidades da Federação no primeiro trimestre de 2022, frente ao anterior, refletindo a estabilidade da taxa média nacional, que foi de 11,1%. No Rio Grande do Sul, a taxa de desemprego ficou em 7,5%, totalizando 463 mil pessoas desocupadas. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (13) pelo IBGE.
Todas as grandes regiões tiveram taxas de desocupação estáveis na comparação com o último trimestre do ano passado, sendo que o Nordeste (14,9%) se manteve com o maior índice ao longo de todos os trimestres analisados. Já a região Sul teve a menor, 6,5%.
Com estabilidade em quase todos os estados, as maiores taxas de desocupação foram as da Bahia (17,6%), de Pernambuco (17,0%) e Rio de Janeiro (14,9%), e as menores, de Santa Catarina (4,5%), Mato Grosso (5,3%) e Mato Grosso do Sul (6,5%).
A única queda ocorreu no Amapá (14,2%), que variou -3,3 p.p em relação ao quarto trimestre de 2021, passando de 17,5% no quarto trimestre de 2021 para 14,2% no primeiro trimestre deste ano. 
Na média nacional, a taxa de desemprego foi de 11,1% no primeiro trimestre, mesmo resultado do último trimestre de 2021. O número de pessoas ocupadas no país ficou em 95,3 milhões, composto por 67,1% de empregados, 4,3% de empregadores, 26,5% de pessoas que trabalharam por conta própria e 2,0% de trabalhadores familiares auxiliares.
A PNAD Contínua trimestral mostra também que enquanto as taxas de desocupação das pessoas brancas (8,9%) e de homens (9,1%) ficaram abaixo da média nacional (11,1%). As taxas das mulheres (13,7%) e de pessoas pretas (13,3%) e pardas (12,9%) continuaram mais altas no primeiro trimestre deste ano.
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