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Justiça

- Publicada em 02/12/2021 às 09h46min.

Acompanhe em tempo real o julgamento do caso Kiss

Familiares das vítimas acompanham o julgamento no plenário do Foro

Familiares das vítimas acompanham o julgamento no plenário do Foro


Juliano Verardi/Imprensa TJRS/JC
Juliano Tatsch
Esta quinta-feira (2) marca o segundo dia do julgamento dos acusados pelo incêndio da boate Kiss, ocorrido no dia 27 de janeiro de 2013, em Santa Maria. O julgamento dos quatro réus pelo júri popular tem início marcado para as 9h desta quarta-feira, no Foro Central I de Porto Alegre.
Esta quinta-feira (2) marca o segundo dia do julgamento dos acusados pelo incêndio da boate Kiss, ocorrido no dia 27 de janeiro de 2013, em Santa Maria. O julgamento dos quatro réus pelo júri popular tem início marcado para as 9h desta quarta-feira, no Foro Central I de Porto Alegre.
Os quatro acusados respondem por homicídio simples (242 vezes consumado, pelo número de mortos; e 636 vezes tentado, número de feridos).
São eles:
  • Elissandro Callegaro Spohr – sócio da boate Kiss
  • Mauro Londero Hoffmann – sócio da boate Kiss
  • Marcelo de Jesus dos Santos – vocalista da Banda Gurizada Fandangueira,
  • Luciano Bonilha Leão – produtor musical

Acompanhe abaixo o minuto a minuto do julgamento:

9h42min - Tem início o segundo dia do julgamento dos réus do incêndio da boate Kiss. O primeiro depoente do dia é Emanuel Almeida Pastl, uma das vítimas da tragédia ocorrida em Santa Maria.
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9h45min - “A iluminação de emergência não funcionou”, diz a vítima no início do seu relato sobre os acontecimentos da noite do dia 27 de janeiro de 2013. Neste começo do depoimento, Emanuel Almeida Pastl é inquirido pelo juiz do caso, Orlando Faccini Neto.
9h52min – O juiz pergunta à vítima se, como cliente da boate, a sinalização da casa noturna o deixava tranquilo. “Quando teve o princípio de incêndio, não soou nenhum alarme, não estava clara a saída de emergência e também não havia nenhuma sinalização”, disse Pastl.
10h - Processo judicial do caso Kiss tem quase 20 mil páginas. Para esta quinta-feira, está programada a oitiva de cinco vítimas - duas delas pela manhã - e uma testemunha de acusação.
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10h07min - “Estava muito cheio. Antes do incêndio, 15 minutos, 20 minutos, as colegas e os rapazes que estavam conosco saíram justamente alegando que estava muito cheio e desconfortável”, diz a vítima durante a inquirição da promotora Lúcia Callegari.
10h20min - “Não visualizei nenhuma ação de combate (ao fogo), nenhum alarme e não me lembro de ter visto nenhum extintor de incêndio”, diz a vítima ao ser questionada pela assistência de acusação.
10h31min – Defesa de Luciano Bonilha faz perguntas repetidas para o depoente, que já respondeu às questões anteriormente, e o juiz diz que não precisam ser respondidas. Ao perceber reação de desgosto por parte da defesa, o magistrado se manifesta: “me desculpe doutor, mas eu estou prestando atenção no que a vítima fala”.
10h53min - Após 1h11min de oitiva, se encerra o primeiro depoimento do segundo dia do julgamento. 
11h11min - Recomeçam os depoimentos. Agora, quem responde às perguntas é Jéssica Montardo Rosado, sobrevivente da tragédia.
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10h19min - “Quando eu saí e olhei para trás, me apavorei. Era muita gente saindo, muita gente por cima dos outros”, diz a vítima.
10h20min - Jéssica afirma que estava em frente ao palco momento do acionamento do artefato pirotécnico. “Na hora da música, ele levantou a mão no refrão e foi acionado o fogo. Foi questão de segundos.”
10h21min - “Lembro da cena do Marcelo largando o microfone no chão. Ele me olhou no olho e disse ‘sai’”, relata a vítima. O Marcelo que ela refere é um dos réus, Marcelo de Jesus dos Santos, vocalista da banda Gurizada Fandangueira.
11h25min - Jéssica perdeu o irmão Vinícius no incêndio da Kiss. Ele saiu da boate, mas voltou para ajudar outras vítimas e acabou morrendo.
11h36min - “O sentimento de culpa da prefeitura, para nós, não existe. Acredito que existe responsabilidade”, diz a vítima ao ser questionada pelo promotor David Medina da Silva.
11h46min - “Logo que eu saí, vi o Marcelo saindo e pedi ajuda para ele me ajudar a salvar o meu irmão”, diz a vítima. “Depois, eu lembro de ver o Kiko sem camisa no Carrefour pedindo para entrar na boate”, completa Janaína.
11h49min - Questionada pela promotora Lúcia Callegari sobre se alguém da banda pediu desculpas pelo ocorrido, a depoente disse que não. “Pra mim, ele não pediu desculpas. A primeira vez que ele viu o meu pai, baixou a cabeça e chorou bastante” disse a vítima sobre Luciano Bonilha, produtor da banda.
12h06min - “Eu lembro de fogos no chão. Não lembro se era na abertura do show, mas acredito que sim”, diz a vítima ao ser perguntada pela promotora se lembrava de que fogos tinham sido usados em outras ocasiões da apresentação musical. Janaína diz que não presenciou ninguém da boate indo informar aos integrantes da banda de que não usassem fogos.
12h35min - Jéssica precisou ser medicada durante o intervalo, sendo atendida na enfermaria do Foro.
12h44min - Depoimento da vítima é retomado.
13h - “No início do fogo, a gente não tinha noção de nada. Eu não tinha noção de que as pessoas iriam morrer, de que não iriam conseguir sair. (...) A gente carrega uma culpa por esses anos todos por ter saído da festa. É meio triste, mas a gente saiu”, afirma Jéssica durante a inquirição da advogada Tatiana Borsa, que defende Marcelo de Jesus dos Santos, vocalista da banda Gurizada Fandangueira.
14h - Prossegue o depoimento da vítima Jéssica Montardo Rosado. Quem a questiona no momento é o advogado Jader Marques, que realiza a defesa do réu Elissandro Spohr, um dos sócios da boate Kiss.
14h12min - Advogado de defesa questiona a depoente se ela tinha conhecimento de que Elissandro Spohr pedia para que extintores de incêndio fossem retirados das paredes por questões estéticas. Jéssica disse que não tinha conhecimento disso.
14h20min - “Seres humanos”, diz a vítima ao ser perguntada qual o sentimento que tem pelos quatro réus.
14h21min - O advogado Jader Marques, chama seu cliente, Elissandro Spohr, para o meio do plenário, em frente à vítima, e pergunta se ela tem ódio dos réus. Janaína diz que não. O juiz Orlando Faccini Neto diz que manifestação "apelativa e desnecessária", ao que o advogado respondeu: "Eu repilo absolutamente isso e peço só o registro em ata das palavras ofensivas e desnecessária suas e do cerceamento de defesa."
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14h26min - O juiz Orlando Faccini Neto interrompe o depoimento para o almoço.
15h23min - O julgamento é retomado. A vitima Jéssica Montardo Rosado segue sendo inquirida. Agora, quem pergunta é a defesa de Luciano Bonilha Leão, produtor da banda Gurizada Fandangueira.
15h27min - Se encerra o depoimento de Jéssica Montardo Rosado, vítima do incêndio da boate Kiss.
15h30min - Tem início o depoimento de Miguel Ângelo Teixeira Pedroso. O engenheiro civil depõe como testemunha do Ministério Público.
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15h35min - Miguel Ângelo teria desaconselhado o uso da espuma isolante na casa noturna.
15h43min - "O Elissandro me disse quais eram os problemas e eu passei a avaliar. A primeira coisa que aconteceu quando eu entrei na boate, no lado esquerdo, a parede estava forrada de espuma de borracha. Eu disse para o Elissandro que a espuma não tem eficácia nenhuma em isolamento acústico. Não é adequada. (...) A minha sugestão é que se fizesse uma parede na frente, na entrada da boate, e se revestissem todas as outras paredes com outra camada de alvenaria. Que, entre as duas alvenarias, a antiga e a nova, (fosse colocada) uma camada de fibra de vidro, que também é um isolante acústico importante. Aconteceu o seguinte. O próprio Elissandro me disse que era melhor não fazer alvenaria de tijolo, pois tinha disponibilidade de fazer alvenaria de pedra. Eu disse que era melhor ainda. A única coisa que o Elissandro não concordou comigo é que se colocasse essa alvenaria também no fundo da boate. Ele me disse que no fundo não tinha uma vizinhança perto. “Aqui não precisa fazer”, ele disse. Eu sugeri colocar gesso acartonado. Ele disse que ia ficar um pouco caro e perguntou se poderia colocar madeira. Então ficou acertado que o fundo da boate teria uma parede de madeira também com uma camada de lã de vidro. Além disso, foi sugerido por mim e coloquei no projeto, que se isolasse também a laje superior, a de teto, com uma camada de gesso acartonado intermediada por uma camada de lã de vidro", diz o depoente.
15h48min - O depoente dá detalhes do processo envolvendo o projeto de isolamento acústico da boate Kiss.
15h55min - "Eu entreguei o projeto e não fui contratado par a execução. No entanto, eu tenho costume de acompanhar a execução dos meus projetos. Então, eu passava na obra praticamente diariamente, para ver se o projeto estava sendo executado de acordo com que o eu havia previsto. O projeto foi executado meio por mutirão. Sei que o mestre de obras era parente de um dos donos da boate. A obra terminou por volta do início de 2012. Antes de fevereiro. Foi entregue a obra, entregue o projeto para os donos. Eu sabia que o Elissandro iria entregar uma cópia do projeto para o Ministério Público. Passado mais ou menos um mês (...) fui informado que o MP queria fazer uma visitação na obra para saber se tinha ocorrido tudo de acordo. Acompanhei a equipe do promotor que estava fazendo a vistoria. A equipe do promotor foi lá, tirou fotografia, olhou, estava tudo exatamente de acordo com o previsto no projeto. Não tinha nada fora do previsto. Inclusive, não tinha espuma."
15h58min - Após a execução do projeto, o depoente diz que se percebeu que ainda havia vazamento de som na parte dos fundos da boate. “Ele (Elissandro Spohr) disse, ‘eu quero botar espuma’. Eu disse que não adianta. Espuma se usa para comodidade acústica, para conforto acústico, para evitar reverberação. Em um estúdio, tudo a ver. Nesse caso, o som a ser medido tem de ser exatamente o que sai do instrumento e não o que está reverberando no ambiente”, diz a testemunha de acusação.
16h18min - "O Elissandro disse ‘vamos botar espuma’. Eu disse ‘não pode botar espuma’", afirma o depoente.
16h21min - Miguel Ângelo Teixeira Pedroso diz que Elissandro solicitou um laudo do especialista para verificar a questão do ruído e que, logo depois disso, a prestação de serviços foi encerrada.
16h47min - A testemunha diz que não foi indiciada também no inquérito policial em razão do projeto que produziu e que estava já no Ministério Público, contendo todos os parâmetros corretos de segurança.
17h12min - “Não havia nenhum tipo de espuma”, diz o engenheiro ao ser questionado sobre como estava a boate quando da vistoria do MP para conferir o cumprimento do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).
17h18min - “Eu só posso deduzir que foi feita uma obra posterior à minha”, diz a testemunha ao ser perguntada pelo MP sobre o que explica o fato de existir espuma dentro da Kiss, sendo que o que foi executado na obra original foi exatamente o projeto que ele elaborou, que não continha a presença de espuma.
17h35min - Prossegue o depoimento da testemunha Miguel Ângelo Teixeira Pedroso. A inquirição já dura 2h05min. Agora, quem faz as perguntas é a defesa de Elissandro Spohr, sócio da boate Kiss.
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18h20min - O juiz Orlando Faccini Neto faz um recesso para que os defensores, os jurados, os integrantes do MP e ele próprio e sua equipe possam fazer um lanche.
18h56min - O julgamento é retomado. O advogado Jader Marques, da defesa de Elissandro Spohr, segue inquirindo a testemunha.
19h04min - Está prevista a oitiva de outra vítima, Lucas Cauduro Peranzoni, ainda na noite desta quinta-feira (2).
19h30min - Depoimento de Miguel Ângelo Teixeira Pedroso completa 4h de duração.
19h54min - Estratégia da defesa de Mauro Hoffmann, um dos sócios da Kiss, é mostrar que a espuma colocada no teto da boate, em si, não era tóxica e que o ato de colocar chamas sobre ela é que fez com que liberasse gases tóxicos.
20h22min - Termina o depoimento de Miguel Ângelo Teixeira Pedroso. O juiz determina um intervalo de 30 minutos na sessão.
21h - Sessão recomeça com o depoimento de Lucas Cauduro Peranzoni, sobrevivente do incêndio na Kiss.
* Fotos do julgamento: Reprodução/YouTube TJ-RS/JC e TJ-RS/Divulgação/JC 
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