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Investigação

- Publicada em 07/10/2021 às 09h40min.

Operação no RS e SC desbanca uma das principais organizações de falsificação de cédulas no País

Megaoperação envolveu a ação com mandados de prisão e apreensão e bloqueio de contas

Megaoperação envolveu a ação com mandados de prisão e apreensão e bloqueio de contas


PF-RS/DIVULGAÇÃO/JC
A Polícia Federal desbancou a atuação de uma organização criminosa considerada uma das principais fabricantes de cédulas falsas do País. A Operação J029, desencadeada na manhã desta quinta-feira (7), fez buscas em cidades da Região Metropolitana de Porto Alegre (RMPA) e litoral de Santa Catarina.
A Polícia Federal desbancou a atuação de uma organização criminosa considerada uma das principais fabricantes de cédulas falsas do País. A Operação J029, desencadeada na manhã desta quinta-feira (7), fez buscas em cidades da Região Metropolitana de Porto Alegre (RMPA) e litoral de Santa Catarina.
Equipes da PF fortemente armadas cumpriram a operação em Alvorada, Viamão e São Leopoldo, na RMPA, e em Balneário Camboriú, Itajaí e Tijucas, no estado vizinho.  
A quadrilha, que atuava desde 2012, é especializada na fabricação, comércio e distribuição de cédulas falsas, além da lavagem de dinheiro oriundo da prática criminosa, informou a PF, por nota. Foram seis mandados de prisão e 18 de busca nos dois estados. Também foram apreendidos veículos e foram bloqueadas contas bancárias dos envolvidos, informou a polícia.
O nome faz alusão à classe das cédulas produzidas pela organização, segundo classificação do Banco Central do Brasil, explica a PF.
Em quase uma década de atuação do grupo, a PF totaliza a apreensão de 75 mil cédulas falsas, com valor total de R$ 6,7 milhões. Este dinheiro falsificado foi colocado em circulação. Segundo a PF, uma das formas de colocar as cédulas no mercado era comprar mercadorias, como celulares e eletrônicos, em plataformas de negociação de produtos usados.
Antes da operação desta quinta, a polícia havia prendido em julho o líder da quadrilha, que estava foragido desde 2016. Ele já havia sido condenado pela Justiça Federal pelo mesmo crime, após ser preso e indiciado pela PF. O nome não foi divulgado.
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