Porto Alegre, sábado, 11 de setembro de 2021.
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- Publicada em 18h05min, 11/09/2021. Atualizada em 18h33min, 11/09/2021.

Feiras ecológicas e Brique de Sábado registram menos ambulantes

Segurança contratada da Feira Ecológica do Bom Fim

Segurança contratada da Feira Ecológica do Bom Fim


OTM/DIVULGAÇÃO/JC
Osni Machado
Neste sábado, das 7h às 13h, tanto a Feira dos Agricultores Ecologistas como a Feira Ecológica do Bom Fim, na avenida José Bonifácio, em Porto Alegre, ocorreram dentro da normalidade, apenas com a raríssima presença de camelôs ou de ambulantes no local. Apesar do clima agradável, com os termômetros marcando 24ºC, às 16h, as feiras e o brique não atraíram um público muito significativo.
Neste sábado, das 7h às 13h, tanto a Feira dos Agricultores Ecologistas como a Feira Ecológica do Bom Fim, na avenida José Bonifácio, em Porto Alegre, ocorreram dentro da normalidade, apenas com a raríssima presença de camelôs ou de ambulantes no local. Apesar do clima agradável, com os termômetros marcando 24ºC, às 16h, as feiras e o brique não atraíram um público muito significativo.
O mesmo quadro de normalidade foi observado em relação ao chamado Brique de Sábado, que reúne ao redor de 140 expositores de artesanatos, das 9h às 17h, na avenida José Bonifácio, porém, entre a avenida João Pessoa e a rua Vieira de Castro. Era quase uma foto de cartão postal.
De acordo com Giovanni Neves, um dos integrantes da comissão da Feira Ecológica, há uma dinâmica de autogestão, que promove, por exemplo, reuniões com todo o grupo de feirantes para tratar de todos os assuntos que dizem respeito ao bom andamento das atividades.
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“Todos os sábados às 6h45min, antes da feira começar, são abordados todos os assuntos de interesse, como segurança, problemas com clientes, produtos, o relacionamento com a prefeitura.” Segundo Neves, o voto da maioria dos expositores presentes no encontro é que define o rumo a ser tomado.
Neves disse que, neste sábado, não houve uma pauta com grandes assuntos, sendo todos relacionados à manutenção e ajustes da feira. Ele lembrou que há um projeto social para doação de alimentos para entidades e Organizações Não Governamentais (ONG) parceiras.
O coordenador informa que a feira conta com três pessoas para a área de segurança, sendo que todos possuem identificação. “Eles procuram evitar, por exemplo, os pequenos furtos, além de alertar sobre os cuidados com os protocolos sanitários para evitar o coronavirus.” Neves destaca a atuação também de cinco monitores que foram contratados para abordar as pessoas que estão usando a máscara de modo incorreto ou sem a presença dela.
Os monitores são facilmente identificados pelo uso de coletes na cor verde-limão. Eles também utilizam radiocomunicadores para cobrir toda a extensão da feira. “Quando alguém não quer atender às solicitações dos monitores, os seguranças são chamados”, explica.
Os problemas com os ambulantes vêm ocorrendo, nas chamadas “bordas” da feira, ou seja, no início e no final da avenida, informa o coordenador. “Tem ambulantes que também trazem hortifrutigranjeiros para vender e isso acaba por confundir o cliente, que deseja um produto realmente ecológico. Nós procuramos resolver tais questões na base do diálogo”, salienta. Neves diz que, em último caso, busca-se a prefeitura para resolver o problema. “A prefeitura está sendo uma grande parceira da feira”, cita.
Brique de Sábado mais seguro
Valéria Caetano Roncoli Haro, coordenadora do canteiro dois do Brique de Sábado, explica que os dois lados da avenida foram ocupados pelos expositores e isto ajudou a evitar o problema da presença dos camelôs. Valéria diz que a situação se agrava mesmo é no domingo, acreditando que os ambulantes aproveitam para vender os seus produtos no centro de Porto Alegre aos sábados, quando tem um número maior de pessoas circulando pelas ruas. “No sábado, aqui no meu canteiro, os expositores não têm problemas com os ambulantes”, diz.
Valéria explica que estão sob a sua coordenação ao redor de 40 expositores. Ela explica que, com a pandemia, também foi adotado um sistema de distanciamento entre as bancas. Valéria tem um espaço na feira para expor e vender artes plásticas, produtos que têm como base central a fotografia.
A Feira de Artesanato do Brique de Sábado à tarde, que funcionava logo após o término da Feira dos Agricultores Ecologistas e a Feira Ecológica do Bom Fim, às 13h, entre as ruas Santa Teresinha e Viera de Castro, com a pandemia e há mais de um ano, mudou o seu local e horário. Os expositores passaram a ocupar a quadra a partir da rua Viera de Castro e o horário passou das 9h às 17h.
Conforme um dos coordenadores da feira, Gilberto D'Ávila, agora os expositores esperam integrar em definitivo o Brique de Sábado. Ele explica que houve benefícios, como a ampliação do horário e também com a manutenção do fechamento da avenida José Bonifácio, a partir da rua Viera de Castro. O coordenador também vê benefícios com a ocupação do canteiro central e também da avenida.
A expositora Gilda Heredia comemora o bom momento da feira, que, segundo ela, teve um ganho em visibilidade e segurança. Ela lembra que antes, dependendo do tempo de desocupação do espaço das feiras ecológicas, as vendas tinham o seu início praticamente a partir das 14h, dificultando o faturamento.
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