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Limpeza Urbana

- Publicada em 10h05min, 08/05/2021.

Porto Alegre já aplicou mais de 20 multas por descarte irregular de lixo em 2021

Prefeitura de Porto Alegre gasta, em média, R$ 1,7 milhão ao mês para recolher resíduos descartados irregularmente

Prefeitura de Porto Alegre gasta, em média, R$ 1,7 milhão ao mês para recolher resíduos descartados irregularmente


André Carolino/DMLU/PMPA/JC
Yasmim Girardi
O Loteamento Santa Terezinha, na avenida Voluntários da Pátria, 1.980, a rua do Schneider, no bairro Hípica, e a avenida Bento Gonçalves esquina rua Diretriz, no bairro Partenon, são os três pontos com maior descarte irregular de resíduos de Porto Alegre. De acordo com dados da Diretoria de Limpeza e Coleta do Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU), essas ruas estão no ranking desde 2019. A prefeitura gasta, em média, R$ 1,7 milhão ao mês para recolher resíduos descartados irregularmente.
O Loteamento Santa Terezinha, na avenida Voluntários da Pátria, 1.980, a rua do Schneider, no bairro Hípica, e a avenida Bento Gonçalves esquina rua Diretriz, no bairro Partenon, são os três pontos com maior descarte irregular de resíduos de Porto Alegre. De acordo com dados da Diretoria de Limpeza e Coleta do Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU), essas ruas estão no ranking desde 2019. A prefeitura gasta, em média, R$ 1,7 milhão ao mês para recolher resíduos descartados irregularmente.
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No top 3 dos pontos com maior descarte irregular está a rua Voluntários da Pátria, na altura do número 1.980. Foto: Mariana Alves/JC
Segundo a Secretaria de Serviços Urbanos (SMSUrb), existem cerca de 430 focos de lixo na cidade. “Recolhemos os resíduos desses locais diariamente. Tem um foco de lixo na avenida Ipiranga, em frente à concessionária SuperAuto (na altura do número 5.013). O caminhão chega a passar ali de seis a oito vezes por dia”, conta o secretário da SMSUrb, Marcos Felipi Garcia.
Segundo Garcia, o descarte irregular é maior nessas vias porque são locais desocupados. “São avenidas de tráfego rápido, então os descartes são feitos por motoristas de carros e caminhões e por carrinheiros, que pegam o lixo seco das lixeiras e descartam o resto dos rejeitos nesses locais”, aponta.
Só nos primeiros meses de 2021, a cidade já gastou mais de R$ 19 milhões em coleta seletiva, automatizada e domiciliar, segundo informações do DMLU. “Gastamos cerca de R$ 1,7 milhão por mês só no recolhimento do descarte irregular de lixo e na separação desses resíduos”, pontua Garcia.
Além disso, o secretário afirma que a fiscalização, agora integrada com a Secretaria Municipal de Segurança (Smseg), está prestando mais atenção nesses focos de lixo. Em 2019, foram aplicadas 199 multas por descarte irregular, que resultaram em R$ 42 mil aos cofres públicos. Em 2020, foram 215 multas e R$ 29 mil recebidos. Neste ano, até o mês de março, já foram aplicadas 23 multas por descarte irregular na cidade, cujos valores ainda não foram executados. 
Os valores das multas variam de R$ 401,42 para infração leve, a R$ 6.180,48 em caso de infração gravíssima. Em caso de reincidência, a multa é aplicada em dobro.
Para Garcia, a fiscalização faz parte de um longo processo para mudar esse problema na cidade. “Antes, o pessoal pensava que era só limpar esses focos. Isso é enxugar gelo. Precisamos trabalhar na fiscalização e na conscientização para que isso deixe de ser um problema da cidade.”
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