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- Publicada em 18h27min, 09/02/2021.

Ufrgs, Pucrs, CNPq e governador Eduardo Leite lamentam morte de Ivan Izquierdo

Ivan Izquierdo morreu nesta terça-feira (9), em Porto Alegre, aos 83 anos

Ivan Izquierdo morreu nesta terça-feira (9), em Porto Alegre, aos 83 anos


Pucrs/reprodução/JC
Em nota, a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (Pucrs) e o Instituto do Cérebro (InsCer) lamentaram "com profundo pesar" o falecimento do neurocientista Ivan Izquierdo, nesta terça-feira (9), em Porto Alegre. O reitor da Pucrs, Irmão Evilázio Teixeira, destacou o legado de Izquierdo, enquanto pesquisador e formador de gerações de novos cientistas. "Os frutos de seu trabalho seguirão se multiplicando nas áreas do saber em que imprimiu seu nome e produção científica, especialmente na neurociência", valorizou o reitor.
Em nota, a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (Pucrs) e o Instituto do Cérebro (InsCer) lamentaram "com profundo pesar" o falecimento do neurocientista Ivan Izquierdo, nesta terça-feira (9), em Porto Alegre. O reitor da Pucrs, Irmão Evilázio Teixeira, destacou o legado de Izquierdo, enquanto pesquisador e formador de gerações de novos cientistas. "Os frutos de seu trabalho seguirão se multiplicando nas áreas do saber em que imprimiu seu nome e produção científica, especialmente na neurociência", valorizou o reitor.
"Estamos todos muito tristes", disse Jaderson Costa da Costa, diretor do InsCer. "O professor Ivan Izquierdo colocou no cenário internacional as pesquisas sobre memória. Foi um exemplo de pesquisador e professor que formou e motivou inúmeros neurocientistas."
A comunidade acadêmica Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) também manifestou pesar. Segundo a reitora em exercício, a vice-reitora Patricia Pranke, "o professor Ivan Izquierdo foi e continuará sendo um exemplo de pesquisador a ser seguido, tendo inspirado e orientado o trabalho de muitos seguidores."
Um de seus colegas na Ufrgs, o professor Diogo Onofre de Souza também lamentou a perda do amigo, lembrando que Izquierdo está entre os cinco ou dez maiores pesquisadores do mundo na sua área. "Perdi um grande amigo, a ciência perdeu um grande cientista, e a humanidade perdeu um grande benfeitor no que se refere a tratamento e prevenção de doenças neurocerebrais".
O ex-reitor Carlos Alexandre Netto, que foi orientado por Izquierdo na Iniciação Científica durante a graduação e depois também no mestrado e no doutorado, afirma que o pesquisador foi um cientista brilhante e um ser humano excepcional. Netto revela que foi a experiência com Izquierdo na graduação que fez com que optasse por seguir a carreira acadêmica. “Ele deixa um legado enorme para a ciência internacional e também para a comunidade da Ufrgs, onde orientou muitas pessoas e contribuiu para que os programas de pós-graduação tivessem a inserção e o impacto que têm atualmente”, acrescentou.
Em seu site, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) também lamentou a perda. "A ciência brasileira e mundial perde, portanto, um grande um nome, mas seu legado é uma permanente contribuição para os estudos científicos e uma inspiração para os pesquisadores que seguem seus ensinamentos."
O governador do Estado, Eduardo Leite, se manifestou via Twitter: "O mundo perdeu hoje um dos seus maiores neurocientistas. Iván Izquierdo, 83 anos, argentino de nascimento e, para nosso orgulho, radicado no RS, era referência mundial em pesquisas sobre memória. Que sua trajetória inspire as novas gerações e simbolize a valorização da ciência."
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