Porto Alegre, quinta-feira, 28 de janeiro de 2021.

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coronavírus

- Publicada em 12h36min, 28/01/2021. Atualizada em 14h43min, 28/01/2021.

Porto Alegre não terá blocos de rua e ponto facultativo no Carnaval

Ainda afetada pela Covid-19, a capital gaúcha não terá programações regulares para os blocos

Ainda afetada pela Covid-19, a capital gaúcha não terá programações regulares para os blocos


Maria Ana Krack/PMPA/DIVULGAÇÃO/JC
A prefeitura de Porto Alegre determinou que a capital não contará com blocos de rua nem ponto facultativo no Carnaval. A medida foi definida na manhã desta quinta-feira (28) pelo prefeito Sebastião Melo.
A prefeitura de Porto Alegre determinou que a capital não contará com blocos de rua nem ponto facultativo no Carnaval. A medida foi definida na manhã desta quinta-feira (28) pelo prefeito Sebastião Melo.
Devido à pandemia da Covid-19, ainda intensa no Rio Grande do Sul, a cidade não terá programações regulares envolvendo os blocos ou desfiles competitivos das escolas de samba. Melo ainda anunciou que não haverá ponto facultativo previsto para fevereiro, mantendo o expediente regular na segunda-feira (15) e na quarta-feira de Cinzas (17).
De acordo com a prefeitura, Melo deseja manter um diálogo aberto com lideranças para qualificar o contexto da festa popular em Porto Alegre. A intenção é construir projetos para atrair investidores e uma governança para o Carnaval de Rua, abrangendo moradores, comerciantes e representantes dos blocos.
Participaram da reunião desta quinta o secretário da Cultura, Gunter Axt, o secretário adjunto da Cultura, Clóvis André, representantes da União das Entidades Carnavalescas do Grupo de Acesso de Porto Alegre (UECGAPA), dirigentes de escolas de samba e de blocos e o comandante da Guarda Municipal, Marcelo Nascimento.
Ainda com altos números de infecções, a imunização contra a Covid-19 começou neste mês na capital gaúcha. Estão sendo vacinados idosos que residem em instituições de longa permanência e acamados que ficam restritos aos leitos, pessoas com deficiência institucionalizadas (com mais de 18 anos), indígenas e quilombolas e profissionais de saúde que atuam na assistência direta a pacientes com sintomas respiratórios. O começo da vacinação em idosos com mais de 85 anos estava previsto para esta semana, mas teve de ser adiado devido ao não recebimento de novas doses da vacina de Oxford.
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