Porto Alegre, domingo, 10 de janeiro de 2021.

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Eventos

- Publicada em 17h53min, 09/01/2021. Atualizada em 11h25min, 10/01/2021.

Setor de eventos de Porto Alegre projeta retomada em março, após liberações

As novas regras passam a valer a partir de domingo (10)

As novas regras passam a valer a partir de domingo (10)


JOYCE ROCHA/JC
Isadora Jacoby
A partir deste domingo (10), eventos corporativos, sociais ou de entretenimento estão permitidos, em locais abertos ou fechados, em Porto Alegre. O setor deve encaminhar pedidos para autorizar atividades e projeta retomada em março, após entressafra de janeiro e fevereiro.
A partir deste domingo (10), eventos corporativos, sociais ou de entretenimento estão permitidos, em locais abertos ou fechados, em Porto Alegre. O setor deve encaminhar pedidos para autorizar atividades e projeta retomada em março, após entressafra de janeiro e fevereiro.
A mudança ocorre em função da assinatura do Plano Regional de Cogestão da R10, que aconteceu neste sábado (9). O acordo com outros quatro municípios da Região Metropolitana permite que a Capital adote as regras sanitárias referentes à bandeira laranja, o que flexibiliza a realização de eventos. 
Rodrigo Machado, sócio da Opinião Produtora e um dos coordenadores do Grupo Live Marketing RS, afirma que a flexibilização no setor de eventos vem sendo construída com o prefeito da Capital, Sebastião Melo, desde a campanha eleitoral.
Segundo Machado, Melo sempre esteve comprometido com a reabertura responsável das casas de eventos. O setor já havia comemorado o decreto editado na segunda-feira (4). 
"O nosso setor está com uma ferida aberta desde março, ocasionada pelos protocolos de restrição impostos pelo governo do Estado. O Melo fez mais pelo setor em uma semana que o governo anterior fez em 10 meses", afirma o empresário, comparando com o ex-prefeito Nelson Marchezan Júnior, que considera urgente a retomada das atividades.
"A sociedade civil nunca entrou em lockdown, mas o nosso setor entrou em lockdown econômico", complementa.  
As novas regras, que passam a valer a partir deste domingo, determinam que os eventos solicitem pedidos diferentes de acordo com o número de pessoas envolvidas, considerando público e trabalhadores.
Machado destaca que as casas de shows já estão com os pedidos prontos e estes devem ser encaminhados em breve a fim de agilizar a autorização de shows previstos para março.
"O pedido é feito para um consórcio estabelecido entre a Secretaria Estadual de Saúde, Secretaria Municipal de Saúde e Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico. Vamos entrar com esses pedidos, como foi feito em novembro, quando abrimos temporariamente com a autorização da prefeitura", adianta. 
Segundo o empresário, os meses de janeiro e fevereiro são, tradicionalmente, menos agitados para o setor. Por essa razão, o trabalho será feito para a liberação da agenda de shows a partir de março.
Enquanto isso, a pedido do prefeito, o setor de eventos concentrará esforços para que os protocolos sejam cumpridos.
"Vamos usar nossos canais de mídia, de divulgação, de redes sociais para fazer esse trabalho de conscientização da necessidade da população de respeitar os protocolos. Nós seremos fiscais do nosso setor. Vamos trabalhar nesses dois meses para voltarmos a executar as nossas atividades em março com toda a segurança e consistência que esse mercado está necessitando", pontua. 

Como ficam os eventos em Porto Alegre:

Permitidos de forma geral / ambiente aberto ou fechado.
Pedido de autorização, conforme número de pessoas (trabalhadores e público) presentes ao mesmo tempo:
- Até 300: protocolos sanitários estaduais e municipais;
- 300 a 600: protocolos sanitários estaduais e municipais, mais pedido de autorização do município-sede, encaminhado pela organização do evento;
- 600 a 1.200: protocolos sanitários estaduais e municipais, mais pedido de autorização da(s) associação(ões) de municípios da Região Covid, encaminhado pelo município- sede (aprovação por no mínimo 2/3 dos municípios da Região);
- 1.200 a 2.500: protocolos sanitários estaduais e municipais, mais pedido de autorização do Gabinete de Crise, encaminhado pela(s) associação(ões) de municípios da Região Covid.
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