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saúde

- Publicada em 18h47min, 14/10/2020. Atualizada em 19h21min, 14/10/2020.

Em greve, trabalhadores do Imesf são recebidos na Câmara de Porto Alegre

Funcionários foram recebidos por vereadores, que devem rediscutir a questão do instituto na Casa

Funcionários foram recebidos por vereadores, que devem rediscutir a questão do instituto na Casa


Débora Ercolani/CMPA/JC
Os trabalhadores do Imesf, que entraram em greve nesta quarta-feira (14) em Porto Alegre, foram recebidos pelo presidente da Câmara de Vereadores, Reginaldo Pujol, durante mobilização da categoria contra as demissões pela extinção do instituto. Segundo o Sindisaúde-RS, sindicato que representa os funcionários, Pujol se comprometeu a realizar uma audiência pública para rediscutir a questão do Imesf. 
Os trabalhadores do Imesf, que entraram em greve nesta quarta-feira (14) em Porto Alegre, foram recebidos pelo presidente da Câmara de Vereadores, Reginaldo Pujol, durante mobilização da categoria contra as demissões pela extinção do instituto. Segundo o Sindisaúde-RS, sindicato que representa os funcionários, Pujol se comprometeu a realizar uma audiência pública para rediscutir a questão do Imesf. 
O primeiro dia de paralisação contou com a adesão de cerca de 10 postos de saúde, segundo estimativa do sindicato. De acordo com a prefeitura, a greve deixou 35 mil pessoas sem atendimento.
A mobilização começou com um ato em frente ao Posto Modelo, na avenida João Pessoa. À tarde, o trabalhadores caminharam até a Câmara de Vereadores. Nesta quinta-feira (15), os funcionários farão uma concentração às 8h30min em frente à prefeitura da Capital, onde serão definidos os novos atos. 
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Funcionários fizeram uma caminhada pelas ruas da Capital no primeiro dia de paralisação. Foto Sindisaúde-RS/Divulgação/JC
Em nota, o Sindisaúde-RS divulgou que foi informado sobre uma audiência de conciliação no TRT-4 na terça-feira, às 11h. "O motivo possivelmente é buscar mediação da greve dos trabalhadores", afirmou o sindicato.
O Imesf é o centro de uma disputa judicial entre a prefeitura da Capital e entidades ligadas aos trabalhadores desde que o Supremo Tribunal de Federal (STF) determinou a inconstitucionalidade da lei que criou o instituto, ocasionando, em razão disso, a sua extinção. Atualmente, o instituto conta com 1.128 profissionais ativos, sendo que somados inativos e afastados o total é de 1.264. 
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