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Mobilidade

- Publicada em 11h46min, 13/10/2020. Atualizada em 21h02min, 13/10/2020.

Como podem ser os abrigos de ônibus de Porto Alegre na concessão ao setor privado

Paradas tipo A terão carregador para celular, câmeras e painel com chegada de ônibus

Paradas tipo A terão carregador para celular, câmeras e painel com chegada de ônibus


SMPE/PMPA/DIVULGAÇÃO/JC
Como poderão ser os abrigos de ônibus em Porto Alegre dentro da concessão aberta pela prefeitura? As primeiras imagens de referência a futuros candidatos forma divulgadas pela Secretaria Municipal de Parcerias Estratégicas (SMPE).
Como poderão ser os abrigos de ônibus em Porto Alegre dentro da concessão aberta pela prefeitura? As primeiras imagens de referência a futuros candidatos forma divulgadas pela Secretaria Municipal de Parcerias Estratégicas (SMPE).
A composição indica o tipo de estrutura, desde a cobertura, espaço, bancos e sinalizações. 
"A futura concessionária terá liberdade arquitetônica para desenhar o abrigo", diz a pasta, em nota. Segundo a secretaria, o desenho mostra os itens obrigatórios do abrigo tipo A, que terá câmera de segurança (projetadas para 100 paradas) e painel de próximas chegadas, previsto em pelo menos 150 pontos. A proposta das empresas pode ter mais posições.
No modelo, a parada tem quatro metros por dois metros com quatro lugares e espaço para cadeirante, três entradas USB, painel informativo, piso podo tátil, cobertura, iluminação, fechamento posterior e na lateral, além do painel publicitário, que servirá como fonte de receitas da concessionária no futuro contrato. O segundo modelo (B) terá 3x2 metros, três bancos e não terá USB. 
A concessão prevê oferta mínima de 1.144 abrigos em 813 paradas. A entrega pode chegar a 5.325 abrigos em 4.163 pontos. Está sendo projetado investimento mínimo de R$ 29 milhões e manutenção de R$ 339 milhões por 20 anos de contrato. 
Os envelopes de eventuais inscritos será em 30 de outubro. Vencerá quem ofertar mais abrigos. 
Placas com nomes de rua e relógios de hora e temperatura já estão sendo implantados por empresas que venceram os leilões e vão pagar outorgas. As placas vão gerar receita de R$ 18 milhões, e os relógios, o valor de R$ 81,7 milhões.
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