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ENSINO

- Publicada em 18h44min, 24/08/2020. Atualizada em 20h20min, 24/08/2020.

'Nada vai ser feito de forma abrupta, sem respeito à saúde', diz Leite sobre volta às aulas

Governador reiterou que ainda vê possibilidade de retorno gradual das aulas, com regras específicas

Governador reiterou que ainda vê possibilidade de retorno gradual das aulas, com regras específicas


GovernoRS/Reprodução/Jc
Fernanda Crancio
Nova reunião do comitê científico do governo do Estado com representantes da Federação dos Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), Ministério Público e epidemiologistas, nesta terça-feira (25), deverá reavaliar o calendário proposto pelo Executivo gaúcho para a volta do ensino presencial. Após os prefeitos firmarem posição contrária ao retorno pela Educação Infantil já na próxima segunda-feira (31), o governador Eduardo Leite aposta na possibilidade de consolidar uma nova data e apresentá-la ao longo da semana.
Nova reunião do comitê científico do governo do Estado com representantes da Federação dos Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), Ministério Público e epidemiologistas, nesta terça-feira (25), deverá reavaliar o calendário proposto pelo Executivo gaúcho para a volta do ensino presencial. Após os prefeitos firmarem posição contrária ao retorno pela Educação Infantil já na próxima segunda-feira (31), o governador Eduardo Leite aposta na possibilidade de consolidar uma nova data e apresentá-la ao longo da semana.
"A gente espera considerar a possibilidade de um retorno nas próximas semanas e até quinta-feira (27) ter consolidado uma visão sobre isso", disse na tarde desta segunda-feira (24), durante live.
Segundo Leite, a reunião desta terça contará ainda com a participação de Wanderson de Oliveira, epidemiologista e ex-secretário nacional  Vigilância em Saúde, que trabalhou na equipe do ex-ministro da Saúde Henrique Mandetta, convidado a dar sua avaliação sobre a possibilidade da volta às aulas gradual em toda a rede de ensino do Rio Grade do Sul.
Para o governador, apesar das divergências sobre o calendário proposto e das manifestações contrárias de setores ligados à educação e grupos de pais, há condições para se chegar a um acordo sobre a questão. "Eu ainda vejo a possibilidade de um retorno com regras, horários e turmas reduzidos. Mas nada vai ser feito de forma abrupta, sem respeito à saúde das crianças, jovens, familiares e todos que trabalham na educação. O governo do Estado tem compromisso com a saúde", reiterou.
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