Porto Alegre, sábado, 18 de julho de 2020.

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Clima

- Publicada em 20h25min, 02/07/2020. Alterada em 08h24min, 03/07/2020.

Rio Grande do Sul ainda sente reflexos do ciclone-bomba

Defesa Civil do Estado contabilizou danos a edificações, incluindo destelhamentos, alagamentos, queda de postes e danos a residências

Defesa Civil do Estado contabilizou danos a edificações, incluindo destelhamentos, alagamentos, queda de postes e danos a residências


Defesa Civil Municipal/Divulgação/JC
Pessoas desalojadas, casas destelhadas e falta de energia elétrica. Os gaúchos continuam sentindo os reflexos da passagem do ciclone-bomba que passou pelo Rio Grande do Sul na terça (30) e quarta-feira (1º). Mas a boa notícia é que o fenômeno seguiu em direção ao Oceano Atlântico e não oferece mais perigo. O resquício da passagem do ciclone virá nos próximos dias em forma de frente fria e geadas, que podem fazer a temperatura cair abaixo de zero.
Pessoas desalojadas, casas destelhadas e falta de energia elétrica. Os gaúchos continuam sentindo os reflexos da passagem do ciclone-bomba que passou pelo Rio Grande do Sul na terça (30) e quarta-feira (1º). Mas a boa notícia é que o fenômeno seguiu em direção ao Oceano Atlântico e não oferece mais perigo. O resquício da passagem do ciclone virá nos próximos dias em forma de frente fria e geadas, que podem fazer a temperatura cair abaixo de zero.
Nesta quinta-feira, ao menos 94 mil gaúchos permaneciam sem energia elétrica. Segundo a CEEE, eram 50 mil clientes apenas na sua região de concessão. "A maior quantidade de problemas está no Litoral Norte, com 20 mil clientes sem energia, seguido da Região Metropolitana, com 13 mil, e Sul, com 10 mil. O Centro Sul aparece com 4 mil casos e o Litoral Sul, com 3 mil", afirmou a concessionária através de sua conta no Twitter.
Na área de cobertura da RGE, cerca de 44 mil gaúchos permaneciam sem energia elétrica, sendo as regiões do Planalto e da Serra as mais afetadas. "A RGE segue com suas equipes totalmente mobilizadas para restabelecer o serviço, priorizando a segurança dos colaboradores em campo e da população. No entanto, a complexidade dos danos, a dificuldade de acesso em alguns locais, estradas fechadas e outros obstáculos dificultam o trabalho, o que pode demorar mais tempo para a normalização do serviço", afirmou em nota.
Além da falta de energia elétrica, 38 pessoas ficaram desabrigadas e 1.087 desalojadas no Estado. A Defesa Civil contabilizou ainda 1.963 danos a edificações, incluindo destelhamentos, alagamentos e queda de postes. 
Nesta sexta-feira (3), conforme o Inmet, as temperaturas devem variar entre -2ºC e 13ºC, com céu parcialmente nublado em todo o Estado. No sábado (4), a previsão é de 2ºC e máxima na casa dos 18ºC, sem chuva, apenas com céu nublado. Já no domingo (5), os termômetros devem marcar entre 11ºC e 18ºC.
Em Porto Alegre, a temperatura nesta sexta-feira (3) deve variar entre 5ºC e 11ºC. No sábado (4), entre 5ºC e 15ºC, sem chuva. Já no domingo (5), a chuva deve voltar à Capital e a temperatura, variar entre 10ºC e 17ºC.
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