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Polícia

- Publicada em 15h09min, 21/04/2020. Atualizada em 11h05min, 22/04/2020.

Incêndio em Alegrete é combatido com aviões agrícolas

Fogo consumiu grande área de campo no interior de Alegrete entre segunda e terça-feira

Fogo consumiu grande área de campo no interior de Alegrete entre segunda e terça-feira


Marcos Camargo/arquivo pessoal/JC
Thiago Copetti
Um incêndio de grande proporção, no Interior de Alegrete, na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul, só foi contido graças a aviões agrícolas utilizados para conter o fogo. De acordo com o Corpo de Bombeiros, que não teriam como chegar ao local, aviões utilizados na pulverização de lavouras foram carregados com água para conter as chamas.
Um incêndio de grande proporção, no Interior de Alegrete, na Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul, só foi contido graças a aviões agrícolas utilizados para conter o fogo. De acordo com o Corpo de Bombeiros, que não teriam como chegar ao local, aviões utilizados na pulverização de lavouras foram carregados com água para conter as chamas.
As causas do incêndio ainda não foram apontadas, assim como é desconhecida a área total queimada, segundo os bombeiros. De acordo com a Defesa Civil na cidade, o Exército iria nesta terça-feira  ao local para avaliar os danos e verificar as condições do fogo. Marcos Camargo, um dos aviadores que atuou no combate ao fogo, o incêndio começou no domingo, ficou fora do controle e ele foi chamado para ajudar.
Na segunda-feira de manhã, já com risco de alcançar casas, Camargo se deslocou para o local e pediu apoio em terra. Com barragens secas devido a estiagem, o trabalho foi dificultado. 
"Os bombeiros nem conseguiriam chegar ao local, e um terreno de difícil acesso e íngreme. No domingo, o proprietário da fazenda fez contato solicitando uma aeronave de grande porte, porque já haviam tentado com outra empresa de aviação e por terra os funcionários também não conseguiram apagar", conta o aviador.
Duas aeronaves partiram em direção à propriedade ainda no início da manhã de segunda-feira, conta Camargo. Mesmo controlado, o fogo reiniciava com alguma frequência. Sem as aeronaves agrícolas, o aviador avalia que o caso poderia terminar de forma trágica.
"Mandei por WhatsApp pedido de ajuda, porque próximo das 15 horas de segunda-feira o fogo estava descontrolado. Mas não foi muita gente que apareceu para ajudar. Só no final da tarde conseguimos aumentar o controle sobre o incêndio, que só foi totalmente apagado ao longo da noite", recorda Camargo.
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