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Porto Alegre, quarta-feira, 29 de janeiro de 2020.

Jornal do Comércio

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saúde

28/01/2020 - 17h34min. Alterada em 29/01 às 08h27min

Rio Grande do Sul tem primeiro caso de suspeita de coronavírus

Homem de 40 anos chegou com febre na UPA Zona Norte de São Leopoldo e está em isolamento

Homem de 40 anos chegou com febre na UPA Zona Norte de São Leopoldo e está em isolamento


PREFEITURA DE SÃO LEOPOLDO/FACEBOOK/DIVULGAÇÃO/JC
Vitor Laitano
O primeiro caso de suspeita de coronavírus no Rio Grande do Sul e o segundo no Brasil é de um homem de 40 anos que está em uma área de isolamento em um posto de saúde em São Leopoldo, na Região Metropolitana de Porto Alegre (RMPA). O caso surgiu na manhã desta terça-feira (28). O paciente com a suspeita reside em Kunming, na China, mas a mais de 1,5 mil quilômetros de Wuhan, cidade onde surgiram os primeiros casos do vírus.
O primeiro caso de suspeita de coronavírus no Rio Grande do Sul e o segundo no Brasil é de um homem de 40 anos que está em uma área de isolamento em um posto de saúde em São Leopoldo, na Região Metropolitana de Porto Alegre (RMPA). O caso surgiu na manhã desta terça-feira (28). O paciente com a suspeita reside em Kunming, na China, mas a mais de 1,5 mil quilômetros de Wuhan, cidade onde surgiram os primeiros casos do vírus.
Nesta terça, o Ministério da Saúde informou que investiga o Brasil tem três casos sendo investigados, um deles o de São Leopoldo.  
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O homem chegou à UPA Zona Norte, no bairro Scharlau, com sintomas de febre alta. A equipe do posto coletou material do paciente e já enviou para exame no Laboratório Central do Estado (Lacen), informou a prefeitura da cidade da RMPA.
A Secretaria Estadual da Saúde (SES) esclareceu, por nota, que o paciente foi tratado de acordo com as orientações do Ministério da Saúde, que inclui o isolamento dos demais pacientes da unidade. Outro caso que chegou a ser analisado na semana passada, foi descartado como suspeita.
Em comunicado, a SES diz que “estão redobradas as atenções para pessoas que estiveram em qualquer região da China nos últimos 14 dias e que, no retorno ao Brasil, apresentem febre e algum outro sintoma respiratório”.
Enquanto os estudos sobre o vírus seguem em andamento, sabe-se que a contaminação mais comum é através do ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como gotículas de saliva, espirro ou tosse.
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