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Porto Alegre, segunda-feira, 27 de janeiro de 2020.

Jornal do Comércio

Geral

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meio ambiente

Alterada em 27/01 às 09h55min

Abaixo-assinado reage à instalação de mineradora na Mina Guaíba

Mineradora Copelmi já opera em Butiá (foto), Arroio dos Ratos, Charqueadas e Cachoeira do Sul

Mineradora Copelmi já opera em Butiá (foto), Arroio dos Ratos, Charqueadas e Cachoeira do Sul


MARCELO G. RIBEIRO/arquivo/JC
Um abaixo-assinado on-line está coletando assinaturas contra a instalação de uma minadora próxima ao Delta do Rio Jacuí, entre Eldorado do Sul e Charqueadas, a 15 km de Porto Alegre. O documento quer pressionar a Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema) contra a exploração na Mina Guaíba pela empresa chinesa Zheijang Energy Group, junto à Copelmi Mineração.
Um abaixo-assinado on-line está coletando assinaturas contra a instalação de uma minadora próxima ao Delta do Rio Jacuí, entre Eldorado do Sul e Charqueadas, a 15 km de Porto Alegre. O documento quer pressionar a Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema) contra a exploração na Mina Guaíba pela empresa chinesa Zheijang Energy Group, junto à Copelmi Mineração.
Até a manhã desta segunda-feira (27), 65 mil pessoas já haviam assinado a petição. O abaixo-assinado cita impactos ambientais que seriam provocados pelo empreendimento. "Locais como o Centro Histórico de Porto Alegre e o Clube do Jangadeiros estão muito próximos do local da futura mineradora e sofrerão impacto na qualidade do ar, além de chuvas ácidas, risco de contaminação e danos às lavouras. A dimensão total da área de mineração seria de 4,5 mil hectares", diz o texto.
O projeto da Mina Guaíba tem gerado discussões desde que a Copelmi solicitou uma licença prévia da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) para operar no local. Se aprovado, o empreendimento será o maior em extração de carvão mineral a céu aberto do País, com produção de 142 milhões de toneladas do mineral em 30 anos. 
O caso tem mobilizado entidades sobre o risco ambiental e foi tema de audiências públicas. Em dezembro de 2019, o Ministério Público Federal (MPF) manifestou-se favorável ao pedido de suspensão imediata do processo de licenciamento da Mina Guaíba. O pedido foi solicitado através de uma Ação Civil Pública assinada pelo Instituto Arayara em parceria com Associação Indígena Poty Guarani.
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