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Porto Alegre, sábado, 25 de janeiro de 2020.
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Meio Ambiente

Alterada em 25/01 às 18h27min

Fepam não identifica causa da poluição do Rio Taquari

Equipes da Fepam percorreram trecho de 80km para apurar as causas da espuma branca

Equipes da Fepam percorreram trecho de 80km para apurar as causas da espuma branca


Diego Hoffmeister/Divulgação/JC
Osni Machado
A espuma branca que apareceu nas águas do Rio Taquari entre os dias 11 e 12 de janeiro e que trouxe preocupação para muitos moradores pode ter sido ocasionado pelo baixo volume hídrico em decorrência do período de estiagem no Rio Grande do Sul, o que teria resultando em uma concentração maior de poluentes.
A espuma branca que apareceu nas águas do Rio Taquari entre os dias 11 e 12 de janeiro e que trouxe preocupação para muitos moradores pode ter sido ocasionado pelo baixo volume hídrico em decorrência do período de estiagem no Rio Grande do Sul, o que teria resultando em uma concentração maior de poluentes.
Na última sexta-feira (24), a Divisão de Fiscalização ambiental da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) divulgou o resultado da análise da água do Rio Taquari, que não identificou nenhum tipo de atividade específica causadora da poluição. Segundo o laudo, as manchas podem se tratar de uma ocorrência pontual ou difusa, não sendo observada continuidade dos fatos.
De acordo com a bióloga do serviço de emergência ambiental da Fepam, Cleonice Kazmirczak, as equipes da fundação percorreram os 80 quilômetros do rio, em todo o trajeto, desde Roca Sales e Encantado, no Vale do Taquari, até a divisa entre Bento Gonçalves e Cotiporã, na Serra.
Conforme informação divulgada pela Fepam, foram encontradas manchas, porém com menor densidade do que a relatada pela população, sem registro de mortandade de peixes, nem presença de odores. A ação foi realizada no dia 16 de janeiro, quando a equipe de emergência tomou conhecimento oficialmente após receber informações do Ministério Público.
A Fepam informou que mobilizou a sua equipe em duas frentes de trabalho para verificar a denúncia. Uma por terra, para realização de coletas de amostras de água e outra por ar, em conjunto com o Grupamento Aéreo da Brigada Militar e a Defesa Civil, para visualização de pontos com incidência de espuma e possíveis origens.
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