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Porto Alegre, segunda-feira, 25 de novembro de 2019.
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Saúde

Edição impressa de 25/11/2019. Alterada em 24/11 às 22h48min

Hospitais gaúchos têm leitos de internação monitorados

Sistema está funcionando em cinco hospitais, entre eles o Sanatório Partenon

Sistema está funcionando em cinco hospitais, entre eles o Sanatório Partenon


MAURO SCHAEFER/ARQUIVO/JC
Yasmim Girardi
Um sistema que possibilita o monitoramentos de leitos em tempo real será implementado em, ao menos, 163 hospitais do Rio Grande do Sul até 2020. O convênio da Secretaria Estadual de Saúde (SES) com a prefeitura de Porto Alegre foi assinado na sexta-feira, no Palácio Piratini. Entre os benefícios que o Sistema de Gerenciamento de Internações (Gerint) oferece estão a redução do tempo de espera para leitos e a garantia de um atendimento mais ágil e eficaz.
Um sistema que possibilita o monitoramentos de leitos em tempo real será implementado em, ao menos, 163 hospitais do Rio Grande do Sul até 2020. O convênio da Secretaria Estadual de Saúde (SES) com a prefeitura de Porto Alegre foi assinado na sexta-feira, no Palácio Piratini. Entre os benefícios que o Sistema de Gerenciamento de Internações (Gerint) oferece estão a redução do tempo de espera para leitos e a garantia de um atendimento mais ágil e eficaz.
O Gerint foi desenvolvido em 2015 pela Companhia de Processamento de Dados do Município de Porto Alegre (Procempa) e, desde 2017, é utilizado parcialmente pela Capital. Atualmente, o sistema possibilita que hospitais que necessitam transferir pacientes possam solicitar internações em instituições com leitos vagos. O convênio assinado na sexta-feira permitirá, também, que os hospitais possam aceitar ou rejeitar o pedido através da plataforma, em um período de 24 horas. Antes do Gerint, o processo era todo feito por meio de ligações e exigia muito tempo.
Além disso, a ferramenta possibilita a identificação dos pacientes através do Cartão Nacional da Saúde, o que facilita o acesso ao prontuário on-line. Segundo o coordenador da regulação da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Jorge Osório, não é necessário que os hospitais cadastrem todas as informações dos pacientes em tempo real. "Os hospitais não precisam informar no Gerint, eles operam nos seus próprios sistemas, e, através da integração, o Gerint é atualizado", explicou.
Conforme a secretária estadual da Saúde, Arita Bergmann, a plataforma também permitirá uma melhor avaliação do estado de saúde do paciente, possibilitando que os casos mais urgentes tenham sempre prioridade. Ela afirmou que, até o ano que vem, mais de 17,5 mil leitos serão monitorados para internações clínicas, de urgência e de UTI. Além da redução pela espera, Arita afirma que o Gerint impossibilita que a fila seja desrespeitada. "Enquanto buscávamos vagas de leitos pediátricos, vimos hospitais com disponibilidade que não estavam registrados na regulação estadual. Com esse novo sistema, acreditamos que vamos potencializar o uso dos leitos contratados pelo Estado", relembra.
Por hora, o Gerint funciona nos hospitais Santa Cruz e Ana Nery, de Santa Cruz do Sul; no Hospital de Clínicas de Passo Fundo; e nos hospitais Sanatório Partenon e Psiquiátrico São Pedro, de Porto Alegre.
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