Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 07 de outubro de 2019.
Dia do Compositor.

Jornal do Comércio

Geral

COMENTAR | CORRIGIR

Patrimônio

07/10/2019 - 16h47min. Alterada em 07/10 às 16h54min

Concessão do zoológico de Sapucaia não tem interessado

A concessão para assumir uma área de 150 hectares do zoológico era por 30 anos

A concessão para assumir uma área de 150 hectares do zoológico era por 30 anos


FACEBOOK/DIVULGAÇÃO/JC
A tentativa de conseguir um concessionário para assumir o Parque Zoológico de Sapucaia do Sul acabou terminando deserta nesta segunda-feira (7). A Subsecretaria Central de Licitações (Celic) informou que a licitação não teve empresa interessada.
A tentativa de conseguir um concessionário para assumir o Parque Zoológico de Sapucaia do Sul acabou terminando deserta nesta segunda-feira (7). A Subsecretaria Central de Licitações (Celic) informou que a licitação não teve empresa interessada.
A oferta havia sido lançada em agosto para potenciais interessados no Brasil e exterior. O zoo estava ligado à Fundação Zoobotânica, que foi uma das instituições extintas pela Assembleia Legislativa em fim de 2016. Até hoje diversas atribuições da zoobotânica não tiveram definição. O Jardim Botânico é um do ativos que pertencia à entidade. 
O zoo seria uma das primeiras concessões no atual governo. O estudo de viabilidade sobre a concessão do zoo foi feito pela consultoria KPMG/Manesco/Planos, contratada no governo de José Ivo Sartori (MDB, 2015-2018). A modelagem proposta pela KPMG previa que o concessionário privado teria de aplicar R$ 59 milhões por 30 anos. Outro detalhe é que 70% das obras deveriam estar prontas em até três anos. Outra exigência era que a empresa mantivesse o valor do ingresso da visitação, hoje em R$ 15,00. 
Segundo o governo estadual, imóveis, móveis, benfeitorias, instalações e acervo que fazem parte do zoo  ficariam sob gestão da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Infraestrutura. "O governo seguirá com a busca por parceiros da iniciativa privada para a administração do parque. Entretanto, diante da falta de propostas, o corpo técnico do governo avaliará algumas premissas da modelagem para republicação do edital, ainda sem data prevista", projeta o Estado. 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia