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Porto Alegre, quinta-feira, 22 de agosto de 2019.
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Violência

21/08/2019 - 19h41min. Alterada em 22/08 às 14h25min

Jovem que atacou alunos com machadinha era ex-aluno de escola e alegou sofrer bullying

Pai de autor do ataque avisou a Polícia, após o filho admitir que havia cometido a violência na escola

Pai de autor do ataque avisou a Polícia, após o filho admitir que havia cometido a violência na escola


PATRICK VIEIRA/RÁDIO GAZETA DO JACUÍ/DIVULGAÇÃO/JC
Um jovem de 17 anos e ex-aluno da escola em que entrou e atacou outros estudantes com uma machadinha. Este é o perfil do autor da investida que ocorreu no começo da tarde desta quarta-feira (21) no Instituto Estadual Educacional Assis Chateaubriand, no município de Charqueadas, na Região Carbonífera gaúcha e distante pouco mais de 50 quilômetros de Porto Alegre. O ataque foi no começo da tarde desta quarta-feira (21).
Um jovem de 17 anos e ex-aluno da escola em que entrou e atacou outros estudantes com uma machadinha. Este é o perfil do autor da investida que ocorreu no começo da tarde desta quarta-feira (21) no Instituto Estadual Educacional Assis Chateaubriand, no município de Charqueadas, na Região Carbonífera gaúcha e distante pouco mais de 50 quilômetros de Porto Alegre. O ataque foi no começo da tarde desta quarta-feira (21).
Ao ser ouvido na Polícia alegou ter sofrido bullying e que teria se inspirado no tiroteio de Suzano (SP), quando dois jovens (um deles menor de idade) provocaram dez mortes em escola. O ataque foi em março.
O autor foi apreendido por volta das 16h, após ter fugido da escola onde provocou ferimentos superficiais em quatro estudantes - sendo dois meninos e duas meninas. Mais duas estudantes foram atendidas no hospital da cidade, mas com quadro de pânico devido à violência. O acusado confessou a ação, que teria planejado. O Ministério Público da Infância e da Juventude de Charqueadas solicitou a internação provisória do adolescente, que foi autorizada pela Justiça no fim da noite. 
O delegado e subchefe da Polícia Civil estadual, Fabio Motta, que acompanhou a apuração e depoimento do jovem, disse que o pai do garoto, que não teve o nome divulgado, avisou a Brigada Militar sobre onde estava o filho. O pai, que é militar da reserva, encontrou o ex-aluno em casa e conseguiu que ele revelasse o que havia feito. Antes um aluno da escola havia indicado um suspeito. Motta afirmou que o autor não tem antecedentes.     
Em nota, o governo gaúcho disse que acompanhava "com máxima atenção o fato criminoso" ocorrido em Charqueadas. O Instituto-Geral de Perícias periciou a sala onde ocorreu o fato. A escola atende cerca de 700 alunos dos ensinos Fundamental, Médio e Técnico e funciona nos três turnos (manhã, tarde e noite).
No ataque, o ex-aluno, que frequentou a escola há dois anos, também levava líquido inflamável em recipientes em uma mochila e tentou atear fogo em uma sala do 7º ano do Ensino Fundamental. Logo após, o garoto desferiu golpes contra um estudante e foi impedido pelo professor de Educação Física da escola, Juliano Mantovani, que relatou ter desarmado o suspeito, evitando consequências ainda mais graves, segundo o MP.
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