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Porto Alegre, terça-feira, 09 de julho de 2019.
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Jornal do Comércio

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Violência

Edição impressa de 09/07/2019. Alterada em 09/07 às 03h00min

Brasil é o segundo país mais violento da América do Sul, indica relatório da ONU

Relatório divulgado ontem pela Organização das Nações Unidas (ONU) aponta que a Venezuela foi o país sul-americano com os maiores índices de mortes violentas em 2017, com quase 57 homicídios dolosos para cada 100 mil habitantes. O Brasil, segundo lugar na América do Sul, registrou uma taxa de homicídios de 30,5 mortes para cada 100 mil habitantes em 2017. Estimam-se 1,2 milhão de vítimas de crimes dolosos entre 1991 e 2017.
Relatório divulgado ontem pela Organização das Nações Unidas (ONU) aponta que a Venezuela foi o país sul-americano com os maiores índices de mortes violentas em 2017, com quase 57 homicídios dolosos para cada 100 mil habitantes. O Brasil, segundo lugar na América do Sul, registrou uma taxa de homicídios de 30,5 mortes para cada 100 mil habitantes em 2017. Estimam-se 1,2 milhão de vítimas de crimes dolosos entre 1991 e 2017.
De acordo com o estudo elaborado pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (Undoc), a Venezuela presenciou, entre 1991 e 2017, o "aumento mais dramático" de mortes violentas nas Américas, um salto de 13 para 56,8 homicídios dolosos por 100 mil habitantes. Ao levar em consideração todo o continente americano, o país foi superado apenas por El Salvador, que apresentou uma taxa de 62,1 assassinatos. De fato, os quatro países com as taxas mais altas do mundo estão na América Latina: El Salvador e Venezuela são seguidos por Jamaica (57 mortes por 100 mil habitantes) e Honduras (41,7).
Embora abrigando apenas 13% da população mundial, o continente americano soma 42% de todas as vítimas de homicídio. A situação é particularmente grave na América Latina, onde confluem problemas de desigualdade, fraqueza de sistemas judiciais e poder do crime organizado.
A média anual de homicídios nas Américas é 17,2 por 100 mil habitantes, quase três vezes a média mundial e seis vezes mais do que na Europa. A América Central, com 25,9; a América do Sul, com 24,2; e o Caribe, com 15,1, são as sub-regiões com as maiores taxas de homicídios do planeta.
 
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