Porto Alegre, quarta-feira, 29 de julho de 2020.

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
quarta-feira, 29 de julho de 2020.
Corrigir texto

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Violência

- Publicada em 10h54min, 24/05/2019. Atualizada em 10h54min, 24/05/2019.

Justiça prorroga prisão de dois suspeitos de negociar armas no massacre em Suzano

Ao todo, quatro suspeitos estão presos

Ao todo, quatro suspeitos estão presos


NELSON ALMEIDA/AFP/JC
A prisão temporária de dois suspeitos de envolvimento no fornecimento da arma e da munição utilizadas no massacre da Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano, na Grande São Paulo, foi prorrogada pela Justiça. Ao todo, quatro suspeitos estão presos. Um adolescente de 17 anos, acusado de planejar e incentivar o atentado, cumpre medida socioeducativa na Fundação Casa.
A prisão temporária de dois suspeitos de envolvimento no fornecimento da arma e da munição utilizadas no massacre da Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano, na Grande São Paulo, foi prorrogada pela Justiça. Ao todo, quatro suspeitos estão presos. Um adolescente de 17 anos, acusado de planejar e incentivar o atentado, cumpre medida socioeducativa na Fundação Casa.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), os suspeitos Cristiano Cardias de Souza - o Cabelo, de 47 anos, preso no dia 10 de abril -, e Adeilton Pereira dos Santos, detido no dia seguinte, terão a prisão prorrogada por mais 30 dias.
A chacina aconteceu no dia 13 de março e deixou, ao todo, dez mortos, incluindo os dois atiradores, e 11 feridos.
Ex-aluno da Raul Brasil, o adolescente, embora não tenha participado diretamente do ataque, foi apontado por investigação da Polícia Civil e do Ministério Público de São Paulo (MPE-SP) como "mentor intelectual". A defesa nega a participação do jovem no crime.
Comentários CORRIGIR TEXTO