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Porto Alegre, sexta-feira, 22 de março de 2019.
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Jornal do Comércio

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Patrimônio

Edição impressa de 22/03/2019. Alterada em 21/03 às 21h54min

Vistoria abre caminho para reabrir Mercado Público

Cerca de 200 placas de identificação foram afixadas no prédio

Cerca de 200 placas de identificação foram afixadas no prédio


/MARCO QUINTANA/JC
Igor Natusch
Aos poucos, vai ficando mais próxima a perspectiva de liberação do segundo andar do Mercado Público de Porto Alegre. De acordo com a 2ª secretária da Associação do Comércio do Mercado Público Central (Ascomepc), Adriana Kauer, deve ser protocolado até a semana que vem o pedido de vistoria ao Corpo de Bombeiros, para aprovação das medidas já adotadas para cumprimento do Plano de Prevenção Contra Incêndio (PPCI) do prédio histórico. A partir dessa confirmação, se torna possível solicitar o alvará provisório, com validade de um ano, decisivo para que a circulação de pessoas no andar atingido por um incêndio em 2013 possa, finalmente, voltar a ocorrer.
Até o momento, foram instalados 85 extintores de incêndio, parte deles em suportes sobre rodas, e cerca de 200 sinais fotoluminescentes para identificação de saídas em caso de emergências. Os equipamentos dos interiores das lojas também foram trocados, e sinalizações internas foram instaladas nos estabelecimentos. Uma reunião prévia com a empresa Combat, responsável pela implementação das mudanças, deu o sinal verde para que fosse pedida uma avaliação oficial dos bombeiros.
"A partir disso (vistoria), vamos ver os próximos passos: instalação de detectores de fumaça, alarmes contra incêndio e rampas de acessibilidade", enumera Adriana. É provável que também seja necessário fazer adaptações na parte elétrica, que não constam no projeto original, mas aumentariam o grau de segurança do sistema.
A representante da Ascomepc ressalta que a reabertura, embora cada vez mais próxima, não significa uma retomada imediata das atividades comerciais no segundo andar do Mercado. "Quando falamos de reabertura, não se trata ainda de atendimento, mas de liberação para que os colegas (com bancas atingidas pelo fogo) possam ter acesso à área sinistrada", explica.
Com autorização para subir, esses permissionários poderão dar início aos projetos para refazer as lojas atingidas pelo fogo. Ou seja, ainda vai levar algum tempo até que a população possa voltar a subir as escadas e aproveitar plenamente o andar superior.
As ações para recuperação das áreas atingidas vêm avançando a passos lentos praticamente desde que foram apagadas as chamas do incêndio, ocorrido em julho de 2013. Desde então, parte das bancas atingidas atua no térreo do Mercado, espremidas entre os outros comerciantes. Outras fecharam temporariamente e aguardam, até hoje, a liberação para a retomada.
No ano passado, quando o incidente completou cinco anos, a Ascomepc anunciou a disposição de assumir a responsabilidade pelas obras necessárias para a reabertura. A estimativa original de gastos ficou em torno de R$ 1,5 milhão.
 
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Comentários
Luis Antonio Martini Bernardes 22/03/2019 09h21min
Muita palhaçada esta novela.Muito exagero.De nada adianta tudo isso se quem trabalha no recinto não cuidar do que usa e como usa.Tudo isso foi por causa do esquecimento de uma fritadeira.A cozinheira esqueceu e foi pra casa. Na mesma noite era só fogo.De que adianta então esta prevenção se os responsáveis pelo estabelecimento não tomas os cuidados necessários? Porto Alegre só anda para trás.Ou para o lado,que nem carangueijo