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Rio Grande do Sul registra dois novos casos de escorpião amarelo
Primeiras aparições de 2019 do animal ocorreram nas cidades de Canoas e Horizontina
CRISTINE ROCHOL/ PREFEITURA PORTO ALEGRE/DIVULGAÇÃO/JC
Os municípios gaúchos de Canoas e Horizontina registraram os primeiros casos de visualização e picada de escorpião amarelo (Tityus serrulatus) este ano. Em ambos os casos, as vítimas eram adultas e receberam atendimento médico para os sintomas, como dor no local da picada, e foram liberadas.
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Os municípios gaúchos de Canoas e Horizontina registraram os primeiros casos de visualização e picada de escorpião amarelo (Tityus serrulatus) este ano. Em ambos os casos, as vítimas eram adultas e receberam atendimento médico para os sintomas, como dor no local da picada, e foram liberadas.
As duas novas ocorrências de escorpião amarelo no Estado seguem sendo investigadas. De acordo com a bióloga Cynthia Silveira do Centro Estadual De Vigilância em Saúde do Estado (Ceves), não é a primeira vez que Canoas e Horizontina têm registro de aparição do animal.
Em Horizontina, no noroeste do Estado, o acidente ocorreu em uma empresa, segundo o Centro de Vigilância estadual. Uma equipe do Ceves deve se reunir com a 14º Regional de Saúde, localizada em Santa Rosa, para ir ao local do acidente e avaliar medidas de precaução.
Em Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre, a ocorrência da picada segue em investigação. O caso aconteceu no município, mas a vítima recebeu atendimento no Hospital de Pronto Socorro (HPS), na Capital. O HPS é o único lugar em Porto Alegre que possui o soro antiescorpiônico.
O escorpião amarelo alimenta-se basicamente de baratas. O animal tem cerca de sete centímetros de comprimento e o veneno é injetado por um ferrão na ponta da cauda e sua picada pode levar a óbito. O Tityus serrulatus possui hábitos noturnos e preferência por lugares úmidos.
Em 2018, os municípios de Porto Alegre, Canoas, Três de Maio, Encruzilhada do Sul, Santa Vitória do Palmar, Arroio Grande, Sapucaia do Sul e Gravataí e São Leopoldo registram a presença do artrópode, tendo o Estado contabilizado um total de 12 casos. Número esse menor do que o registrado em 2017, de 17 ocorrências, segundo a Secretaria Estadual de Saúde.
Espécie não nativa do Rio Grande do Sul, o artrópode começou a ser visualizado no Estado em 2001. O primeiro caso em Porto Alegre ocorreu próximo da Central de Abastecimento do Rio Grande do Sul (Ceasa), na Zona Norte do município.