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Porto Alegre, segunda-feira, 21 de janeiro de 2019.
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Jornal do Comércio

Geral

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Questão Indígena

Alterada em 21/01 às 18h41min

MPF pede a Moro proteção para indígenas sob 'graves ameaças' de grileiros

Protesto de índios Guarani Mbya em Porto Alegre após tribo sofrer ameaças para deixar sua área

Protesto de índios Guarani Mbya em Porto Alegre após tribo sofrer ameaças para deixar sua área


FLAVIA PEREIRA/ESPECIAL/JC
Estadão Conteúdo
O Ministério Público Federal, por meio da Câmara de Povos Indígenas e Comunidades Tradicionais (6CCR), enviou ofício ao ministro Sérgio Moro (Justiça e Segurança Púiblica) pedindo "medidas urgentes" de proteção a comunidades indígenas que se "encontram sob graves ameaças". A Procuradoria relata que em Rondônia, grileiros invadiram em 12 de janeiro a terra indígena Uru Eu Aw Aw, em Tarilândia e Cabajá, distritos de Jorge Teixeira. Eles também teriam feito ameaças de morte aos indígenas Karipuna, que temem pela segurança das famílias "em face do iminente risco de conflito".
As informações foram divulgadas pela Secretaria de Comunicação Social da Procuradoria.
A 6CCR também foi informada sobre "dois possíveis ataques em planejamento". O primeiro deles seria na região da terra indígena Xavante de Marãiwatsédé, em Mato Grosso. Segundo o relato, haveria intenções de se retomar o território indígena.
O segundo ataque estaria sendo arquitetado contra os Guarani da Ponta do Arado, no bairro Belém Novo, em Porto Alegre (RS). Na madrugada de 14 de janeiro, uma das tribos foi atacada a tiros e os indígenas ameaçados de morte, caso não deixassem a área até domingo (20).
O ofício a Moro, assinado pelo coordenador da 6CCR, subprocurador-geral da República Antônio Carlos Alpino Bigonha solicita "imediata intensificação da vigilância das comunidades ameaçadas".
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