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Porto Alegre, terça-feira, 18 de dezembro de 2018.
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Infraestrutura

Edição impressa de 18/12/2018. Alterada em 18/12 às 01h00min

Obras de drenagem são entregues no Parcão

Igor Natusch
Um ato oficial, promovido ontem, marcou a entrega das obras de drenagem no Parque Moinhos de Vento, o Parcão. A intervenção tem custo estimado de R$ 174 mil, e foi feita em parceria da prefeitura de Porto Alegre com os adotantes do parque - o Hospital Moinhos de Vento, o Grupo Zaffari e as empresas Panvel e Melnick Even.
Além das obras que pretendem diminuir o impacto das chuvas na região, também foram realizadas intervenções na pista de caminhada, entre as ruas Comendador Caminha e Mostardeiro, com extensão de 490 metros e custo de cerca de R$ 300 mil. Também entra no pacote ações de paisagismo no canteiro central da avenida Goethe e no triângulo da Mostardeiro. As empresas envolvidas já arcam com os custos usuais de manutenção do Parcão, em torno de R$ 585 mil ao ano.
De acordo com Ramiro Rosário, titular da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos, as melhorias são uma demonstração de como parcerias do tipo são mais efetivas do que ações feitas de modo isolado. "Eu mesmo passava de vez em quando por esse passeio, enquanto estava sendo feita a obra, e pude ver a rapidez com que tudo foi executado. Há um descompasso entre as intervenções que são feitas exclusivamente pelo poder público e as que contam com apoio privado", argumenta.
Presente à solenidade, o vice-prefeito de Porto Alegre, Gustavo Paim, acentuou que as cerca de 70 adoções de praças em vigor na Capital geram em torno de R$ 2 milhões anuais em economia aos cofres públicos. "Em um momento de dificuldades financeiras, em que é preciso fazer escolhas, isso é uma forma de otimização, de destinar recursos de maneira mais racional para outras áreas", afirma.
Paim defendeu a aprovação, na Câmara de Porto Alegre, dos projetos de lei que pretendem mudar as regras para uso e manutenção de parques e praças, permitindo que sejam concedidos à iniciativa privada.
"Esses espaços vão continuar completamente públicos, ninguém vai precisar pagar para entrar, para caminhar, andar de bicicleta ou sentar no banco da praça", frisou o vice-prefeito. "Mas, de repente, pode ser instalado um café ou um parque de diversões, e desde que ela (a empresa parceira) faça investimento e melhore a situação do parque, poderá explorar esses espaços comercialmente. Esperamos que o Legislativo seja sensível."
O secretário do Meio Ambiente e da Sustentabilidade, Maurício Fernandes, prevê para breve a adoção do parque Mascarenhas de Moraes, no bairro Humaitá. Os moldes do convênio seriam semelhantes aos do Parcão e do parque da orla do Guaíba, recentemente adotado pela empresa Uber.
 
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