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Porto Alegre, quarta-feira, 05 de dezembro de 2018.
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Jornal do Comércio

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saúde

Alterada em 05/12 às 10h44min

Porto Alegre proíbe uso de equipamentos para bronzeamento artificial

Câmara emitem radiação ultravioleta e são utilizados para fins estéticos

Câmara emitem radiação ultravioleta e são utilizados para fins estéticos


JOÃO MATTOS/ARQUIVO/JC
O uso de câmaras para bronzeamento artificial está proibido em Porto Alegre. A portaria 1105/18, da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), proíbe também a comercialização e o aluguel deste tipo de equipamento na Capital.
Os equipamentos emitem radiação ultravioleta e são utilizados para fins estéticos. De acordo com a medida, além de fazer a remoção das câmaras, os proprietários também serão responsáveis pelo descarte das lâmpadas, através de empresa especializada em coleta de resíduos especiais credenciada na prefeitura.
Um estudo da Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer, ligada à Organização Mundial da Saúde, aponta que o bronzeamento artificial aumenta em até 75% o risco de desenvolvimento de melanoma, um tipo muito agressivo de câncer, que a partir da pele pode atingir órgãos internos.  
A proibição não se aplica a equipamentos com emissão de radiações ultravioleta registrados ou cadastrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) destinados para tratamento médico supervisionado por profissional habilitado e com regulamento específico.
De acordo com a SMS, o número de notificações sobre o uso de equipamentos vem caindo ano a ano. Em 2015, foram encontradas 12 câmaras em funcionamento, contra oito no ano seguinte, em 2016. Até o final de novembro deste ano, três equipamentos haviam sido identificados, sendo um reincidente.
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