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Educação

Edição impressa de 03/10/2018. Alterada em 02/10 às 23h30min

Instituto de Educação terá obras retomadas neste mês

Restauro está parado desde agosto do ano passado

Restauro está parado desde agosto do ano passado


MARCO QUINTANA/JC
Igor Natusch
O governo do Estado assinou ontem o contrato que deve viabilizar as obras de restauração do Instituto de Educação General Flores da Cunha, em Porto Alegre. O termo, firmado com a empresa Concrejato, prevê investimentos de quase R$ 22,9 milhões. A previsão, agora, é que a ordem de serviço para o início das obras seja assinada na segunda-feira, e que as intervenções comecem ainda na primeira quinzena de outubro. O prazo de entrega é de até 18 meses.
Para garantir a realização das obras, serão utilizados recursos provenientes do salário-educação, referente ao Fundo Nacional de Educação. Anteriormente, o indicativo do governo era bancar os trabalhos com verbas do Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (Bird), destinados a reformas em escolas gaúchas e que expiram nos primeiros meses do ano que vem.
O titular da Secretaria Estadual da Educação, Ronald Krummenauer, procurou valorizar o preço total da empreitada, que seria bem abaixo do anteriormente previsto, na casa dos R$ 28 milhões. "Valorizamos empresas com expertise nesse tipo de obra, já que é um projeto totalmente diferente, até pela história que tem ali", acentua. A expectativa de Krummenauer é de que, em 2020, os alunos, hoje dispersos em três outras escolas, possam voltar às instalações originais.
Vencedora do certame, a Concrejato já atuou em iniciativas como a Igreja das Dores, em Porto Alegre, e é responsável por reparos no Museu de Língua Portuguesa, em São Paulo, e na Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro. "A dificuldade prevista é mais de logística de restauro. Como se trata de um patrimônio histórico, há uma série de especificidades que precisam ser observadas, é um trabalho quase artístico", afirma.
O resultado da licitação para retomada das obras no Instituto de Educação foi anunciado na metade de setembro. Oficialmente, a reforma do edifício histórico encontra-se parada desde agosto do ano passado, quando houve a rescisão de contrato com a Porto Novo Investimentos. Porém, as intervenções vinham sofrendo com constantes atrasos desde antes disso, com apenas 10% das obras sendo concluídas antes do encerramento do contrato. Como não havia segundo colocado na concorrência original, foi necessária a preparação de outro edital, o que atrasou o recomeço das obras.
 
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