Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 08 de agosto de 2018.

Jornal do Comércio

Geral

COMENTAR | CORRIGIR

Investigação

Alterada em 08/08 às 11h44min

Polícia faz operação para descapitalizar facção criminosa no Mato Grosso

Agência Brasil
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou nesta quarta-feira (8) a Operação Red Money, com o objetivo de apreender patrimônio e descapitalizar uma facção criminosa, cujas lideranças encontram-se presas na Penitenciária Central do Estado. De acordo com os investigadores, o grupo desenvolveu um sistema interno de arrecadação e movimentação financeira, bem como de lavagem de dinheiro, a partir de empresas de fachada, contas bancárias de terceiros e de parentes de presos.
O sistema de arrecadação financeira funciona, segundo a Polícia Civil, sob ?formato de pirâmide?, tendo em seu topo o núcleo de liderança e, na base, dezenas de contas bancárias com movimentação menor, que fazem a captação de dinheiro e, gradativamente, repassam às contas maiores.
Para cumprir mais de 230 ordens judiciais - entre elas 94 mandados de prisão - contra os membros da facção foram mobilizados 520 policiais, sendo 98 delegados, 350 investigadores e 102 escrivães. Estão sendo procurados 51 suspeitos na região metropolitana e 11 no interior do estado (Rondonópolis, Sinop, Nova Olímpia, Sorriso, Peixoto de Azevedo, Guarantã do Norte e Poconé).
Segundo os investigadores, outros alvos terão os mandados cumpridos fora de Mato Grosso - no Pará. Um deles cumpre pena no Presídio de Tucuruí. O outro estaria na cidade de Jacundá. Há ainda um suspeito sendo procurado em Campo Grande (MS).
Iniciada há 15 meses, a operação descobriu três fontes principais de recursos - a primeira, uma mensalidade paga pelos integrantes do grupo; a segunda, por meio do cadastramento e de mensalidades pagas por traficantes ou pontos de venda de droga; e a terceira, por meio da cobrança de taxa de segurança de estabelecimentos comerciais, o que, segundo a Polícia Civil, configura crime de extorsão.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia