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Porto Alegre, quinta-feira, 07 de junho de 2018.
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Saúde

Notícia da edição impressa de 07/06/2018. Alterada em 07/06 às 09h35min

Hospital Divina Providência vai qualificar emergência

Obras vão durar 90 dias, sem restrição de atendimento

Obras vão durar 90 dias, sem restrição de atendimento


CLAITON DORNELLES /JC
Suzy Scarton
Aos 49 anos recém-completados, o Hospital Divina Providência, um dos quatro que compõem a Rede de Saúde Divina Providência, deu início, nesta semana, a uma reforma que ampliará o número de leitos da emergência. Atualmente com oito camas, o setor passará a contar com dez - as duas novas serão destinadas ao atendimento de pacientes em estado crítico.
Localizado no bairro Cascata, na Zona Sul da Capital, o hospital tem 181 leitos e atende 95% de pacientes conveniados à saúde suplementar e 5% de casos particulares. A reforma da emergência deve durar 90 dias, e não haverá restrição no atendimento. Embora vá ampliar o número de leitos, a intervenção não consiste na construção de uma nova ala, e sim na reorganização da estrutura atual, proporcionando um melhor aproveitamento do espaço.
Conforme o gerente-médico do hospital, Maurício Barreto, é possível que haja um reajuste no corpo clínico que atua na emergência, principalmente na enfermagem. Atualmente, são 97 funcionários em três turnos - médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e secretários - para dar conta de 32 mil atendimentos por ano. "Vai melhorar a eficiência operacional em toda a emergência. Com a obra, estimamos que o tempo de permanência do paciente reduza de 10% a 15%. Depois que tudo estiver instalado e funcionando, com a equipe já adaptada, o potencial de redução de tempo de permanência pode chegar a 30%", calcula.
O tempo de espera médio por atendimento no Divina Providência é de 30 minutos, com exceção de pacientes em estado grave, que são encaminhados imediatamente. A permanência total costuma ser de duas horas. Quando a reforma estiver concluída, uma sala será adaptada para receber um médico dedicado a atender aqueles pacientes menos graves - com uma amigdalite, por exemplo -, que só precisam, realmente, de uma consulta, sem exigência de exames. "É um sistema que se chama fast track. O paciente chega, o enfermeiro identifica que ele não precisa de recursos adicionais, e ele já é atendido pelo médico e liberado", conta Barreto. 
Segundo o diretor executivo do hospital, Ricardo Minotto, a intervenção custará R$ 490 mil. A verba faz parte do orçamento próprio da rede, previsto para 2018. Dos R$ 13 milhões destinados às quatro unidades da rede (Divina Providência e Independência, na Capital, Santa Isabel, em Progresso, e São José, em Arroio do Meio), R$ 11,7 milhões serão investidos no Divina, principalmente na compra de equipamentos.
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Comentários
GENESIO PEDRO BONDAN 07/06/2018 10h29min
parabéns a rede divina providencia