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Automobilismo

- Publicada em 21h18min, 03/12/2020.

Pietro chega à Fórmula 1 e recoloca os Fittipaldis na categoria

Pietro será o 32º brasileiro a disputar a categoria mais cobiçada do automobilismo mundial

Pietro será o 32º brasileiro a disputar a categoria mais cobiçada do automobilismo mundial


/FLORENT GOODEN/AFP/JC
Ainda impressionado com as imagens do acidente de Romain Grosejan no GP do Bahrein, no último domingo (29), Pietro Fittipaldi foi chamado para conversar com o chefe da equipe Haas, Gunther Steiner, na manhã de segunda-feira (30).
Ainda impressionado com as imagens do acidente de Romain Grosejan no GP do Bahrein, no último domingo (29), Pietro Fittipaldi foi chamado para conversar com o chefe da equipe Haas, Gunther Steiner, na manhã de segunda-feira (30).
Steiner avisou o brasileiro de 24 anos que ele seria o substituto do francês na próxima etapa da F-1, neste domingo (6), às 14h10min, no GP de Sakhir, novamente no Bahrein. A penúltima prova da temporada não contará com heptacampeão Lewis Hamilton, diagnosticado com a Covid-19. O seu substituto será o também inglês George Russel.
Neto do bicampeão mundial Emerson Fittipaldi, o piloto reserva da escuderia norte-americana foi surpreendido com a mensagem do chefe. Grosejean estava bem, mas ainda internado para tratar as queimaduras que sofreu após a explosão de seu carro - teve alta na quarta-feira.
Nesta sexta-feira (4), ele terá a primeira oportunidade de provar seu preparo durante a sessão de treinos livres no Bahrein, às 10h30min. No sábado (5), o treino classificatório será às 14h. Quando der a largada, Pietro se tornará o 32º piloto brasileiro na história da F-1 e encerrará um hiato de quase três anos do país na categoria, desde a despedida de Felipe Massa, em 2017.
O piloto da Haas também recolocará o sobrenome Fittipaldi no grid após 26 anos. O último da família a competir foi Christian Fittipaldi, de 1992 a 1994. Ele é filho de Wilson Fittipaldi Júnior, também ex-piloto de F1 e irmão de Emerson. O bicampeão da categoria em 1972 e 1974 é pai da mãe de Pietro, Juliana.
"É muito legal poder seguir o caminho do meu avô, do meu tio-avô e também do Christian. É incrível. Todo piloto sonha em correr na F-1. Vai ser uma grande honra representar o Brasil", disse Pietro.
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