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Comitê Olímpico do Brasil

- Publicada em 16h35min, 07/10/2020.

Paulo Wanderley é reeleito presidente do COB

Paulo Wanderley e o vice Marco La Porta venceram o pleito em primeiro turno

Paulo Wanderley e o vice Marco La Porta venceram o pleito em primeiro turno


MIRIAM JESKE/COB/JC
Paulo Wanderley Teixeira foi reeleito, nesta quarta-feira (7), presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB) para um mandato de quatro anos, oficialmente de 15 de janeiro de 2021 até o fim de 2024, período que de forma excepcional terá duas edições dos Jogos Olímpicos de verão.
Paulo Wanderley Teixeira foi reeleito, nesta quarta-feira (7), presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB) para um mandato de quatro anos, oficialmente de 15 de janeiro de 2021 até o fim de 2024, período que de forma excepcional terá duas edições dos Jogos Olímpicos de verão.
Ao lado do vice Marco La Porta, ele comandará a principal entidade do esporte olímpico nacional tanto em Tóquio, adiado de 2020 para 2021 por causa da pandemia, quanto em Paris-2024. A votação foi realizada em um hotel no Rio de Janeiro e teve vitória de Wanderley ainda no primeiro turno, com maioria de 26 votos.
O colégio eleitoral seria formado por 49 integrantes, mas a Confederação Brasileira de Handebol, envolvida em uma série de problemas judiciais, não enviou representante. Votaram, portanto, 34 dirigentes de confederações, 12 membros da Comissão de Atletas (Cacob), cuja representatividade cresceu em 2017 e acabou sendo decisiva para o pleito, e os dois integrantes brasileiros do Comitê Olímpico Internacional (COI): Andrew Parsons, presidente do Comitê Paraolímpico Internacional, e o ex-jogador de vôlei Bernard Rajzman.
Paulo Wanderley se torna o primeiro chefe do COB eleito nas urnas desde 1979, quando Sylvio de Magalhães Padilha derrotou Carlos Arthur Nuzman. O major comandou a entidade por quase três décadas.
Em 1995, Nuzman, ex-presidente da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) assumiu a presidência. Ele deu as cartas na entidade até 2017, quando renunciou após ser preso em investigação sobre a existência de uma organização criminosa na realização dos Jogos do Rio 2016. Quem assumiu o cargo foi Paulo Wanderley, que era seu vice.
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