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Fórmula 1

- Publicada em 18h50min, 17/07/2020. Alterada em 18h50min, 17/07/2020.

Fórmula 1 confirma dois casos de Covid-19 na terceira bateria de testes

Casos positivados foram identificados após quase 5 mil testes aplicados

Casos positivados foram identificados após quase 5 mil testes aplicados


DARKO BANDIC/AFP/JC
A direção da Fórmula 1 confirmou nesta sexta-feira (17) os dois primeiros casos do novo coronavírus no paddock desde o começo da temporada 2020, ocorrido há duas semanas na Áustria. A categoria anunciou que, dos quase cinco mil testes realizados antes do GP da Hungria, dois tiveram resultado positivo para infecção da Covid-19. Os contaminados, sem ter as suas identidades reveladas, foram isolados imediatamente.
A direção da Fórmula 1 confirmou nesta sexta-feira (17) os dois primeiros casos do novo coronavírus no paddock desde o começo da temporada 2020, ocorrido há duas semanas na Áustria. A categoria anunciou que, dos quase cinco mil testes realizados antes do GP da Hungria, dois tiveram resultado positivo para infecção da Covid-19. Os contaminados, sem ter as suas identidades reveladas, foram isolados imediatamente.
"A FIA e a Fórmula 1 podem confirmar hoje que entre a sexta-feira, dia 10 de julho, e a quinta-feira, dia 16, 4.997 testes de Covid-19 foram realizados em pilotos, equipes e funcionários", explicou a F-1 em um comunicado oficial. "Desses, duas pessoas testaram positivo. Os indivíduos não estavam presentes na Áustria. As pessoas afetadas foram removidas de suas funções e isoladas, assim como pessoas próximas", seguiu a nota.
"A FIA e a Fórmula 1 providenciam essa informação com o objetivo de ser transparente. Nenhum detalhe específico sobre equipe ou indivíduo será providenciado pela FIA e pela F-1, com resultados sendo divulgados a cada sete dias", destacou a categoria.
As duas anteriores, na ocasião dos GPs da Áustria e da Estíria, ambos no circuito Red Bull Ring, em Spielberg, não apontaram presença de infectados. A detecção rápida de infecção ajuda a categoria a evitar o colapso dos planos de continuar a atual temporada. O GP da Austrália, em março, já foi cancelado justamente pela infecção de um funcionário da McLaren, criando situação em que a F-1 já não tinha mais controle sobre quem estava saudável ou não.
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