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Futsal

Notícia da edição impressa de 12/06/2020. Alterada em 11/06 às 20h37min

Bola pode rolar em 22 de agosto nos ginásios de futsal do Rio Grande do Sul

Renda das bilheterias é uma das principais fontes para os cofres

Renda das bilheterias é uma das principais fontes para os cofres


/ULISSES CASTRO/ACBF/DIVULGAÇÃO/JC
Deivison Ávila
Ginásios fechados e quadras vazias. Este é o cenário do futsal gaúcho em tempos de pandemia do novo coronavírus. Com o esporte suspenso em todo o Rio Grande do Sul, os clubes fazem malabarismo para manter as folhas de pagamento em dia com conversas seguidas com patrocinadores e apoiadores. Visando à retomada, a Federação Gaúcha de Futsal (FGFS) já tem uma possível data para a bola voltar a rolar: 22 de agosto.
Ginásios fechados e quadras vazias. Este é o cenário do futsal gaúcho em tempos de pandemia do novo coronavírus. Com o esporte suspenso em todo o Rio Grande do Sul, os clubes fazem malabarismo para manter as folhas de pagamento em dia com conversas seguidas com patrocinadores e apoiadores. Visando à retomada, a Federação Gaúcha de Futsal (FGFS) já tem uma possível data para a bola voltar a rolar: 22 de agosto.
De acordo com o presidente da FGFS, Ivan Santos, a entidade vem conversando com os representantes dos clubes para tentar o retorno das disputas da forma mais segura e seguindo todos os protocolos médicos para a preservação de atletas, funcionários e familiares. Em princípio, a Série Ouro, que reúne a elite da modalidade do Estado, iniciará com 10 clubes, divididos em dois grupos regionalizados. Já a Série Prata planeja um torneio com 12 equipes, com três chaves com quatro times ou três grupos de quatro.
Na terça-feira (9), a federação protocolou um pedido para que o governador Eduardo Leite autorize a retomada dos treinos coletivos em ginásios, o que até agora está proibido. Estão liberadas apenas atividades físicas, assim como as executadas por alguns clubes de futebol. A tendência é de que, na próxima semana, a Casa Civil responda à solicitação.
"Outra reivindicação feita ao governo é de que, a partir do dia 22 de agosto, seja permitida a presença do público em ginásios abertos, já que a bilheteria é a principal fonte de renda dos clubes para eles pagarem suas despesas", explica Santos. Entretanto, caso a data prevista para o retorno não seja liberada, a FGFS conversará com os clubes para o início das disputas sem a presença da torcida.
Quanto à situação financeira das agremiações, o presidente relata que alguns parceiros cortaram o apoio devido à crise provocada pela pandemia. "Um problema enfrentado pelos clubes, em função de ser ano eleitoral, é que as prefeituras não podem dispor de qualquer verba sob pena de crime eleitoral", aponta. "Este ano será ainda mais atípico para o futsal gaúcho", reforça.
A Confederação Brasileira de Futsal (CBFS) não acenou com nenhum tipo de ajuda, até mesmo porque alguns parceiros da entidade nacional também estão passando por problemas e contratos foram rompidos. Santos conta que no dia 16 de junho haverá uma videoconferência da entidade com as federações estaduais.
A FGFS fez uma parceria com uma empresa que fabrica testes rápidos para o coronavírus. Porém, é concedido apenas um desconto para realizar a testagem, o que, devido ao orçamento da maioria clubes, se torna inviável. No Estado, a ACBF realizou testes em seu elenco. O Atlântico, de Erechim, já retomou os treinos. A Assoeva, de Venâncio Aires, volta na próxima segunda-feira (15).
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