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Inter

Notícia da edição impressa de 07/05/2020. Alterada em 06/05 às 20h42min

Colorado demite mais de 40 funcionários em meio a crise

No segundo dia de treinos, jogadores como D'Alessandro 
já trabalharam com bola

No segundo dia de treinos, jogadores como D'Alessandro já trabalharam com bola


/RICARDO DUARTE/INTER/DIVULGAÇÃO/JC
A pandemia do novo coronavírus segue afetando diretamente os clubes pelo País. Com a bola parada e a crise financeira atingindo os cofres, a direção do Inter anunciou ontem o corte de mais de 40 funcionários de diferentes áreas. Entre os colaboradores dispensados está o ex-zagueiro campeão mundial Índio. Ele fazia parte do departamento de Relacionamento Social, e viajava pelos consulados colorados no interior do Estado. O ex-atacante Fabiano, ídolo na década de 1990, também deixou o clube.
A pandemia do novo coronavírus segue afetando diretamente os clubes pelo País. Com a bola parada e a crise financeira atingindo os cofres, a direção do Inter anunciou ontem o corte de mais de 40 funcionários de diferentes áreas. Entre os colaboradores dispensados está o ex-zagueiro campeão mundial Índio. Ele fazia parte do departamento de Relacionamento Social, e viajava pelos consulados colorados no interior do Estado. O ex-atacante Fabiano, ídolo na década de 1990, também deixou o clube.
Em nota, a direção justificou a dispensa por causa da paralisação dos jogos. De acordo com o clube, caso se concretize um cenário de 90 a 120 dias de paralisação, a estimativa de perda de receita gira em torno de R$ 100 milhões. Outro ponto citado é a possível rescisão do contrato de parceria para transmissão do Brasileirão, podendo provocar uma perda de cerca de R$ 25 milhões.
Após o retorno das férias no dia 30 de abril, a diretoria informou a redução em 25% dos salários mais elevados e a manutenção dos rendimentos de outros. "Funcionários que possuem os menores salários manterão a integralidade de seus pagamentos. Para os demais que tiverem a carga horária diminuída, serão descontados 25% dos vencimentos. Além da suspensão ou corte de contratos de terceiros, o clube, infelizmente, precisou reduzir em cerca de 8% seus postos de trabalho", relata a nota.
Enquanto isso, no gramado do CT Parque Gigante, os jogadores do grupo profissional trabalharam com bola no segundo dia de treino após o longo período de 45 dias sem nenhuma atividade. Adotando protocolos de segurança, higiene e distanciamento, os atletas descem direto de seus carros e se dirigem para o gramado, prática que já está se tornando habitual.
Os jogadores além de exercitar a parte física, acresceram uma atividade técnica, com um trabalho de finalizações. Separados em horários, os goleiros trabalharam, primeiramente, com Marcelo Lomba e Danilo Fernandes, depois, com Daniel e Keiller.
 
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