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Libertadores

03/10/2019 - 12h26min. Alterada em 03/10 às 12h28min

Torcedores do Grêmio apostam na alma copeira na partida decisiva no Maracanã

Torcida tricolor vibrou e sofreu durante a partida contra o Flamengo em plena Arena

Torcida tricolor vibrou e sofreu durante a partida contra o Flamengo em plena Arena


PATRÍCIA COMUNELLO/ESPECIAL/JC
Patrícia Comunello
O torcedor do Grêmio sofreu na Arena na noite dessa quarta-feira (2) no empate de 1 a 1 contra o Flamengo pela semifinal da Libertadores. Sofreu, sofreu mesmo. Primeiro, porque viu um time comandado por Renato Portaluppi cometendo erros, deixando brechas, demorando a "entrar no jogo".
O torcedor do Grêmio sofreu na Arena na noite dessa quarta-feira (2) no empate de 1 a 1 contra o Flamengo pela semifinal da Libertadores. Sofreu, sofreu mesmo. Primeiro, porque viu um time comandado por Renato Portaluppi cometendo erros, deixando brechas, demorando a "entrar no jogo".
Segundo, porque o grupo do Flamengo é muito habilidoso, rápido, controlou as ações em boa parte do jogo. E o placar podia ter sido mais elástico, se não fosse o VAR invalidando os gols do time de Jorge Jesus. O empate, no final do segundo tempo, aos 42 minutos, veio como um alento.
A vibração que ecoou dentro da Arena após o gol de Pepê foi de alívio e já engatando a esperança pelo desfecho positivo no Maracanã, no dia 23. Quem pegou ônibus lotadérrimo para ir até o Mercado Público, na saída do jogo, e de lá seguir para casa, ouviu de torcedores. "O Grêmio tem a alma copeira, tem a alma copeira", ela vai entrar em campo lá". Será o 12º jogador?
Sobre o resultado do primeiro confronto, mais impressões de quem descia na grande onda de gente que escorre na descida da esplanada:
"Foi bom, mas podia ter sido melhor", advertiu uma torcedora.
"Podia ter ganhado, podia ter ganhado, podia ter ganhado", repetiu, convicto o pai da torcedora. 
"Bom, bom, bom", disse um introspecto gremista. 
"Lá vai dar. O Flamengo vai achar que está ganho e não tá ganho", projetou o torcedor que confia na alma copeira, sempre.
"O Grêmio vacilou muito. Lá a gente resolve", avisou um pequeno gremista, que dosou um puxão de orelha com um empurrão necessário.  
E no Maracanã como vai ser? Vai ter Geromel, Jean Pyerre, vai ter Maicon na largada em vez de Michel. E o Everton vai brilhar? O Flamengo vai estar mais cansado?
O escrutínio do jogo dessa quarta pela comissão técnica e áreas de apoio, como o Centro de Dados Digitais (CDD) - que faz a análise de desempenho, vai dar os caminhos para neutralizar os erros que a torcida - mesmo a que pouco entende de futebol - viu em campo e lamentou?
A torcida vai continuar sofrendo, mas agora a distância. São cerca de quatro mil ingressos apenas que o Grêmio vai vender aos gremistas para assistir o confronto final no Rio. E não tem outro jeito.
Renato Portaluppi vem repetindo a cada coletiva que são dois adversários - o Grêmio com o retrospecto de ser semifinalista pelo terceiro ano consecutivo na Libertadores - uma delas abrindo caminho para o tricampeonato de 2017. Já o Flamengo é o melhor em 2019, mesmo sem título, ainda.    
E se qualquer análise preditiva pode ser sempre ser vencida pela imprevisibilidade típica do futebol, nada como lembrar de outro recado do técnico do Grêmio sobre a batalha, agora no Maracanã:  
"Quem vai ganhar? Fica difícil, fica difícil, fica difícil, muito difícil."
Ah, mais uma coisa: os gremistas certamente não querem ver o técnico e mito tricolor torcendo pelo time carioca na final da Libertadores em Santiago. Ainda dá tempo.
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