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Porto Alegre, sexta-feira, 12 de julho de 2019.
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Alterada em 12/07 às 16h13min

David Braz comemora reedição de dupla com Geromel e revela apelido na base

Clima positivo reflete o entrosamento que Braz já tem com o grupo

Clima positivo reflete o entrosamento que Braz já tem com o grupo


LUCAS UEBEL /GRÊMIO FBPA/JC
Folhapress
David Braz passou longe do Grêmio nos primeiros anos da carreira. Esteve na base do Palmeiras, jogou no Santos, no Flamengo, no Vitória, no Panathinaikos, da Grécia, e no Sivasspor, da Turquia. Mas o entrosamento com Pedro Geromel e a parceria com outros jogadores do grupo fazem o defensor acreditar que possa virar um líder do elenco imediatamente.
David Braz passou longe do Grêmio nos primeiros anos da carreira. Esteve na base do Palmeiras, jogou no Santos, no Flamengo, no Vitória, no Panathinaikos, da Grécia, e no Sivasspor, da Turquia. Mas o entrosamento com Pedro Geromel e a parceria com outros jogadores do grupo fazem o defensor acreditar que possa virar um líder do elenco imediatamente.
"Eu tenho 32 anos e vou ter que falar sobre minhas características para vocês?", brincou em sua primeira entrevista coletiva. Ele esteve totalmente à vontade na sala de imprensa do CT Luiz Carvalho. "Os jogadores me perguntaram exatamente isso (características) no trote ali dentro. Mas sei como é. Eu falo que sou bom de cabeça, com o pé, e no primeiro erro já vão vir para cima de mim", sorriu.
O clima positivo reflete o entrosamento que Braz já tem com o grupo. Ainda que não tenha estreado e esteja treinando há menos de um mês no clube, o defensor já era amigo de boa parte dos jogadores.
"Tem uns seis ou sete jogadores que eu já joguei junto. Conhecia a comissão técnica de conversar depois dos jogos. Isso facilita a adaptação. Fui muito bem recebido, estou louco para estar em campo e ajudar este grupo a seguir ganhando", explicou o defensor de 32 anos.
Entre os amigos estão líderes do grupo, como Léo Moura e Pedro Geromel. Com o zagueiro, aliás, David tem relacionamento desde os tempos de categorias de base no Palmeiras.
"Eu tenho amizade longa com vários jogadores. O Pedro Geromel eu conheço desde a base do Palmeiras. O apelido dele era Pedrão. Isso ele nunca contou para vocês, certo? Ele me chama de Davi, eu chamo ele de Pedrão. Hoje é Geromel", brincou Braz.
E a capacidade de liderança foi um dos fatores que pesou na escolha da direção gremista de investir num vínculo até o fim de 2021 com ele.
"Além de ser vencedor, é um cidadão. E o grupo do Grêmio é formado deste tipo de jogador. Ele está aqui há pouco tempo, mas já faz parte da família. É o conjunto de coisas que procuramos num atleta para trazer para o Grêmio. Um bom jogador, um cidadão e um vencedor", disse o diretor de futebol Deco Nascimento.
A capacidade de liderar foi aprendida ao longo da carreira. "É sempre bom ajudar. No Flamengo, tinha o Fabio Luciano, Ronaldo Angelim, Léo Moura, Juan, Álvaro. Eu tinha 22 anos e eles me ajudaram muito. Fui muito feliz lá. No Santos, com Edu Dracena, Durval, Léo, Robinho, Ricardo Oliveira, Renato, posso citar vários experientes que já joguei. Ajuda bastante, e essa é a ideia do Grêmio. Nessas fases finais que temos de Copa do Brasil, Libertadores e Brasileiro é importante ter no elenco jogadores mais rodados junto com a juventude", afirmou.
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