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Porto Alegre, segunda-feira, 01 de julho de 2019.
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Jornal do Comércio

Esportes

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COPA AMÉRICA

Edição impressa de 01/07/2019. Alterada em 01/07 às 03h00min

Favoritos e surpresas se enfrentam nas semifinais da Copa América

Em grande fase, Everton é um dos destaques do Brasil no torneio de seleções

Em grande fase, Everton é um dos destaques do Brasil no torneio de seleções


LUCAS FIGUEIREDO/CBF/JC
Quando do início da Copa América, no dia 14 de junho, Brasil e Argentina eram nomes certos nas apostas de quem iria chegar às semifinais do torneio continental de seleções. Não era para menos: juntas, as duas potências do futebol mundial somam sete Copas do Mundo e 22 títulos da competição regional (14 argentinos e oito brasileiros). A presença do Chile no grupo dos quatro melhores da América também não seria uma surpresa, visto que a seleção de Arturo Vidal e Alexis Sánchez faturou a taça nas duas últimas edições (2015 e 2016). Agora, é inegável que poucos iriam citar o Peru como um dos quatro postulantes à conquista, em um certame que cotava com o Uruguai de Godín, Cavani e Suárez, e a Colômbia de Cuadrado, James Rodríguez e Falcao García. Pois os peruanos quebraram a banca, deixando a Celeste pelo meio do caminho.
Quando do início da Copa América, no dia 14 de junho, Brasil e Argentina eram nomes certos nas apostas de quem iria chegar às semifinais do torneio continental de seleções. Não era para menos: juntas, as duas potências do futebol mundial somam sete Copas do Mundo e 22 títulos da competição regional (14 argentinos e oito brasileiros). A presença do Chile no grupo dos quatro melhores da América também não seria uma surpresa, visto que a seleção de Arturo Vidal e Alexis Sánchez faturou a taça nas duas últimas edições (2015 e 2016). Agora, é inegável que poucos iriam citar o Peru como um dos quatro postulantes à conquista, em um certame que cotava com o Uruguai de Godín, Cavani e Suárez, e a Colômbia de Cuadrado, James Rodríguez e Falcao García. Pois os peruanos quebraram a banca, deixando a Celeste pelo meio do caminho.
As semifinais começam amanhã, com o esperado duelo entre Brasil e Argentina, no estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, às 21h30min. Na quarta-feira, no mesmo horário, na Arena do Grêmio, o Chile mede forças contra o Peru, no clássico do Pacífico.
O confronto da seleção de Paolo Guerrero com a Celeste, sábado, na Arena Fonte Nova, em Salvador, não foi agradável de se ver. O jogo começou equilibrado, mas truncado. Os uruguaios tiveram três gols anulados, o primeiro aos 28 minutos da primeira etapa. De Arrascaeta aproveitou um rebote e chutou para o fundo das redes, mas o auxiliar marcou impedimento de Nández no início da jogada. Na etapa final, aos 13 minutos, Cavani marcou após um passe de Suárez. O bandeirinha sinalizou, e após consulta ao VAR, o árbitro anulou. Já aos 27, Cáceres cruzou da esquerda e Suárez completou para as redes, mas estava em posição de impedimento. Na decisão por pênaltis, o Peru acertou todas as cobranças. O Uruguai errou uma. Suárez chutou forte, mas à meia altura, e Gallese fez a defesa.
Antes disso, na sexta-feira, o Chile, que muitos davam como uma geração acabada após a não classificação para o Mundial da Rússia, havia eliminado a Colômbia, também nas penalidades, por 5 a 4, após um 0 a 0 no tempo normal. Também na sexta, a Argentina confirmou o favoritismo e bateu a Venezuela por 2 a 0 - gols de Lautaro Martínez e Lo Celso.
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